Curioso para saber se o Razer Phone é uma boa opção para aqueles menos cuidadosos com seus aparelhos? Pois saiba que chegou a hora de descobrir isso com uma ajudinha do famoso canal de YouTube JerryRigEverything. Sim, você já sabe o que está por vir: uma dolorosa sequência de testes de resistência a arranhões, queimaduras e dobras com o celular.

Antes de começar com os testes, Jerry traz um lembrete importante sobre o Razer Phone: seu design é praticamente o mesmo do Nextbit Robin (afinal, a Razer comprou a empresa e usou o aparelho como base para seu próprio smartphone), que se mostrou um dos aparelhos mais frágeis possíveis. A única diferença, de fato, é a troca da carcaça plástica por uma versão em metal, mas seria isso o suficiente para proteger o novo celular? Sim, mas com ressalvas.

De maneira geral, pode-se dizer que o Razer Phone teve um desempenho mediano. Sua tela com Gorilla Glass 3 aguentou arranhões até nível 5 na escala de dureza sem deixar marcas – o que quer dizer que objetos comuns não devem danificar o vidro. No entanto, todo o resto da carcaça em alumínio é extremamente frágil contra lâminas ou mesmo algo simples como chaves, apresentando desde marcas leves até cortes profundos.

A boa notícia é que isso não parece ter grandes efeitos no funcionamento do smartphone. O sensor de digitais lateral, por exemplo, continua sendo capaz de identificar suas impressões mesmo com grandes arranhões. A má notícia é que você vai querer colocar uma capa para proteger as lentes da câmera traseira, já que o vidro delas fica facilmente marcado.

Embora esse definitivamente não seja o mais forte aparelho que eu já testei, ele vai aguentar o básico

Já a tela do Razer Phone (um dos grandes destaques do aparelho por sua taxa de atualização de 120 Hz) resiste bem ao calor. Nos testes, ela não só demorou para apresentar manchas no temido teste do isqueiro, como também voltou ao normal logo depois.

Quanto ao temido teste de dobras? Novamente, o resultado não é dos piores: embora sofra um pouco e ganhe uma leve curvatura, ele nem de longe chega a se partir ao meio como no caso do Nextbit Robin. Além disso, o dano se mostra puramente estético, sem danificar o funcionamento de qualquer parte do smartphone.

“Embora esse definitivamente não seja o mais forte aparelho que eu já testei, ele vai aguentar o básico”, disse Jerry em seu veredito. “Um case é sempre uma ideia, especialmente para aquelas lentes de câmera e para manter o metal limpo de manchas, mas é bom saber que o celular em si é estruturalmente forte”, continuou.

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