Diversos planos já foram feitos para tentar criar uma rede global de acesso à internet que permitisse conexão em qualquer lugar do mundo. Porém, isso não é uma tarefa fácil, visto que envolve altíssimos custos com equipamentos e, principalmente, meios baratos de se colocar transmissores no espaço, uma atividade que ainda é muito cara.

Em torno do ano 2028 a humanidade estará consumindo algo perto de 1 zettabyte de dados por mês, o equivalente a mais de 1 trilhão de gigabytes.

Ainda assim, a Samsung tem um plano bastante pretencioso: colocar em atividade uma série de milhares de satélites, mais precisamente 4,6 mil pequenos dispositivos, que orbitariam a camada mais baixa possível para esses aparelhos. Assim, seria possível levar internet com mais velocidade e mais estabilidade para todos os cantos da Terra.

Mais demanda, mais serviços

Tudo isso vem sendo pensado tendo em vista o aumento progressivo da demanda de conexão no planeta. Segundo estudos na área, em torno do ano 2028 a humanidade estará consumindo algo perto de 1 zettabyte de dados por mês, o equivalente a mais de 1 trilhão de gigabytes.

Para impulsionar quase 5 mil [satélites], seria necessário desenvolver um método mais econômico de levar toda essa tecnologia para fora.

Não é a primeira vez que grandes empresas revelam ou colocam em prática seus planos de levar a internet para o maior número de pessoas possível e entre elas estão a Google e o Facebook. É claro que há um interesse nisso, pois os novos usuários passariam a formar um público maior para seus respectivos sites e serviços online. Resumindo, apesar de parecer filantropia, existe sim um interesse financeiro por trás da iniciativa.

Planos para um futuro próximo

Ainda completamente no papel, os planos da Samsung parecem ser os mais ambiciosos até então e ainda não foram colocados em prática devido ao custo altíssimo de se elevar um satélite para o espaço. Para eles, que precisariam impulsionar quase 5 mil deles para fora da Terra, seria necessário desenvolver primeiro um método mais econômico de levar toda essa tecnologia para fora. A possível solução para esse problema seria apenas uma: obter uma quantidade suficiente de novos clientes a ponto de bancar a empreitada. Será que daria certo?

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