De acordo com um estudo da Akamai, empresa que fornece serviços de nuvem, a velocidade da internet subiu 20% do quarto trimestre de 2013 para o mesmo período de 2014. Essa é a média mundial. No Brasil, o crescimento foi de 11%.

Três localidades asiáticas possuem as internets mais rápidas do mundo. A Coreia do Sul lidera, com uma média de 22,2 Mbps; seguida por Hong Kong – Cidade Estado da China – (16,8 Mbps); e Japão (15,2 Mbps). O Brasil ficou apenas na 89ª colocação, com 3 Mbps, abaixo da média mundial de 4,5 Mbps.

O país também não tem uma boa colocação dentro das Américas (é apenas o 10º dos 15 países pesquisados), ficando atrás de Peru, Equador e Colômbia. Os líderes no Novo Mundo são os Estados Unidos (11,1 Mbps) e o Canadá (10,7 Mbps).

No Brasil, apenas 26% dos que acessam a rede tem uma internet superior a 4 Mbps (o limite mínimo para uma conexão ser considerada banda larga nos EUA); 1,9% conta com uma velocidade maior que 10 Mbps; e apenas 0,5% dispõe de uma rede mais rápida que 15 Mbps, que é o necessário para streamings de vídeo em resolução 4K. No mundo, 59% estão acima de 4 Mbps e 24% com 10 Mbps ou mais.

Sem sinal

Como bem sabem os brasileiros, a internet móvel também apresenta desempenho fraco. A média é de 1,8 Mbps, sendo que apenas 2,2% dos usuários possuem conexão acima de 4 Mbps. Uma surpresa entre os países da América do Sul é a Venezuela, que possui 6,3 Mbps em média, e 97% dos que utilizam dados móveis têm mais de 4 Mbps de velocidade, valores comparáveis aos dos Países Baixos.

Uma pesquisa da Ericsson, por sua vez, mostra um crescimento vertiginoso de tráfego de dados em redes móveis, enquanto o de voz cresce em uma proporção bem mais suave. Em um ano, o número de bits transportados subiu 54% no mundo todo.

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