Senhas eletrônicas não são a forma mais segura possível de fazer com que um aparelho ou uma conta sejam protegidos. A crescente utilização de sensores biométricos mostra que usuários e empresas estão dispostos a investir em novas formas de fazer com que tudo fique mais longe das mãos de pessoas não autorizadas. E uma empresa canadense chamada Bionym está entrando nesse mesmo segmento.

A companhia acaba de anunciar que recebeu um aporte de US$ 14 milhões para a produção de um equipamento vestível chamado Nymi, capaz de identificar a atividade elétrica do coração para fazer com que isso desbloqueie equipamentos, por exemplo. Apesar de a proposta apresentada ser a de que o sistema mede os batimentos cardíacos, é a atividade elétrica gerada por isso que pode ser interpretada de maneiras individuais.

Os sensores similares aos utilizados em eletrocardiogramas podem diferenciar qualquer pessoa. Segundo a Bionym, cada pessoa possui uma atividade elétrica cardíaca única — da mesma forma que acontece com as impressões digitais — e isso pode ser conectado a eletrônicos para garantir a segurança que já mencionamos. Atualmente há cerca de 40 pessoas trabalhando para tornar o Nymi uma realidade.

Para a Forbes, alguns investidores dizem que o Nymi pode ser um “game changer” — algo que pode causar muito impacto no mercado —, principalmente quando desenvolvedores independentes tiverem contato com as possibilidades dele. A Bionym afirma que os US$ 14 milhões são suficientes para a produção de 10 mil unidades do Nymi, que devem começar a ser entregues ainda neste ano. Em pré-venda, cada sensor custa US$ 79.

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