(Fonte da imagem: Reprodução/University of Pittsburgh)

Parece mágica ou coisa de cinema, mas o "fator de cura" existe na vida real: é só ver o smartphone LG G Flex ou a regeneração das caudas dos lagartos para ter certeza de que a natureza ou a tecnologia conseguem ao menos chegar perto do que faz o personagem Wolverine nos quadrinhos.

Agora, cientistas da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, estão desenvolvendo uma técnica que iguala o poder de cura de um material com o do membro dos X-Men. Em resumo, trata-se de um material que age automaticamente quando um pedaço dele é arrancado, regenerando a parte perdida.

O segredo está em sua composição: um polímero em gel que reveste nanobastonetes que são 10 mil vezes mais finos que um fio de cabelo. Junto com ele, estão moléculas que ligam cadeias desses polímeros umas às outras, criando o efeito cascata de replicação.

Parece até natural

Quando o gel é cortado no meio, por exemplo, uma das extremidades "percebe" a falta das ligações e começa a regeneração projetando-se em busca da outra metade. A quantidade de polímeros precisa ser exata para que o crescimento não saia de controle. Por enquanto, isso só foi possível em testes com modelos feitos no computador.

Esse método faz com que objetos tenham uma vida útil maior, além de reduzir custos em produção e manutenção. Os próximos passos são aumentar a ligação entre a parte velha e a regenerada e até fazer com que o gel fortaleça o objeto original, criando múltiplas camadas de proteção e objetos cada vez mais complexos.

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