As obras de ficção científica costumam tentar prever as tecnologias do futuro da humanidade ou, pelo menos, adivinhar quais seriam as tecnologias desejadas por nós daqui a dezenas ou centenas de anos. Já vimos inúmeros casos de produtos que se tornaram realidade e que foram acertos de produções passadas.

A novidade agora da ciência é um polímero que, quando cortado, consegue se regenerar sozinho. Se você é fã da série de filmes “O Exterminador”, sabe muito bem do que estamos falando: os ciborgues assassinos contam com a habilidade de regeneração através do metal líquido.

Polímero exterminador

É claro que ainda estamos muito distantes de criarmos máquinas como os da série T, mas, mesmo assim, o invento impressiona. Desenvolvido por cientistas espanhóis, o material é tecnicamente uma “rede elastomérica permanentemente reticulada de poli(ureia-uretano)” batizado simplesmente de “polímero exterminador”.

O material precisa de cerca de duas horas para se regenerar após ter sido cortado no meio, e o plástico pode se fundir novamente e recuperar 97% das conexões físicas que perdeu. A ideia é usá-lo para criar componentes de plástico mais duráveis em carros, gadgets e muito mais.

Felizmente, o material não deve ser difícil de produzir. De acordo com os autores da pesquisa, já existe uma vasta gama de produtos comerciais que utilizam materiais com poli(ureia-uretano). Dessa forma, isso torna o sistema muito atraente para uma implementação rápida e fácil em aplicações industriais de verdade. 

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