Um time de pesquisadores australianos e outros especialistas da área têm analisado dados relacionados à incidência de câncer cerebral que foram coletados entre 1982 e 2016. Mais de 20 mil homens e 14 mil mulheres compõem a base do estudo, que foi publicado na Cancer Epidemiology.

Segundo a publicação, a maioria dos participantes que sofrem com um tumor no cérebro foram diagnosticados antes que os smartphones chegassem às massas, o que significa que o número de casos diminui depois que os telefones inteligentes se popularizaram. Ainda, o estudo não encontrou um aumento significativo no número de pessoas que sofrem dessa doença nos últimos 30 anos.

Em 2008, a Imperial College em Londres deu início a um estudo de dez anos para determinar se os celulares realmente aumentam as chances de uma pessoa desenvolver câncer. Os dados apontaram que o aumento no índice de casos está mais relacionado aos avances médicos que permitem fazer diagnósticos mais rápidos e precisos, e que não houve de fato um aumento expressivo levando em consideração que os celulares já são usados pelas massas há pelo menos duas décadas.

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