Os novos Pixel 2 e Pixel 2 XL começam a ser vendidos oficialmente nesta sexta-feira (20) e o iFixit, site responsável por desmontar smartphones e tablets, já colocou as mãos sobre o modelo mais poderoso da dupla. O Pixel 2 XL foi esmiuçado em detalhes e teve as suas entranhas reveladas e a conclusão é de que fazer reparos e substituições no gadget apresenta uma dificuldade intermediária.

Uma das partes positivas levantadas pelo iFixit fica por conta da utilização de uma série de componentes modulares dentro do Pixel 2 XL, dispositivo fabricado pela LG. Graças a isso, uma vez que o painel frontal do portátil for removido, substituir a maioria de suas peças não será nenhum problema. Além disso, praticamente todos os parafusos podem ser soltos usando uma chave Phillips comum, outro ponto positivo.

Pixel 2 XL

Remover a tela, parte crucial para aplicar praticamente todos os reparos e substituições do Pixel 2 XL, não é o mais simples dos processos, mas não chega a ser um bicho de sete cabeças. O iFixit informa que o fato de a fabricante empregar espuma adesiva torna tudo menos complicado.

Os problemas

O grande contratempo do Pixel 2 XL é a bateria. Diferente do que a HTC fez com o Pixel XL de 2016, a LG não incluiu no seu gadget uma fita para facilitar a remoção da peça, o que dificulta bastante a realização desta tarefa (especialmente pela possibilidade de danificar outros componentes).

Bateria do Pixel 2 XLRemover a bateria do Pixel 2 XL não é uma tarefa simples.

Por fim, complementam os problemas do novo smartphone da Google a utilização de um frame intermediário de difícil remoção — ele está plugado por dois cabos nada fáceis de serem desconectados. Essa característica também pode complicar alguns reparos mais intensos no Pixel 2 XL.

Todo esse conjunto de características fez o iFixit classificar o dispositivo com nota 6 de um total de 10 no quesito reparabilidade — quanto mais perto de 10, mais fácil de reparar.

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