(Fonte da imagem: Reprodução/Vida de Programador)

Assim como aconteceu no ano passado, os consumidores esperavam encontrar descontos satisfatórios na Black Friday brasileira. Mas em vez de grandes quedas nos preços — salvo em alguns casos isolados —, o que a grande maioria está encontrando são ofertas maquiadas de produtos, que passam por aumentos de preços para que o desconto pareça muito maior do que realmente é.

Sete grandes varejistas do Brasil foram notificadas pela prática. Extra, Ponto Frio, Submarino, Americanas.com, Walmart, Saraiva e FastShop são as empresas que devem responder ao Procon até o próximo dia 30. Mas além do Procon, os consumidores brasileiros também optaram por manifestar a insatisfação com o evento pelas redes sociais.

#BlackFraude

No Facebook e no Twitter, muitas pessoas lançaram a hashtag #BlackFraude — um trocadilho entre “Black Friday” e a palavra “fraude”—, mostrando o quanto estavam irritados. Vale lembrar que o Procon já havia alertado aos consumidores para que eles não realizassem compras por impulso, pois rápidas análises de preços podem mostrar que os descontos estão muito aquém do que estava sendo prometido.

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