Uma grande barreira pode ter sido quebrada por pesquisadores espanhóis para a difusão da internet quântica no mundo. Para muitas pessoas, inclusive grandes companhias, essa tecnologia está a décadas de distância, mas os estudiosos conseguiram transmitir informações com nós quânticos diferentes entre links.

Para muitos, falar sobre internet quântica é algo completamente fora de realidade, além de faltar informação para defender ou destrinchar sobre um ponto. Atualmente, alguns governos possuem investimento na tecnologia, porém os resultados são mínimos.

pesquisadores

A maior vantagem dessa tecnologia é a velocidade na troca de dados, mas outro ponto que faz com que ela seja atrativa para as nações é a segurança nesse processo.

Para expandir a internet quântica para todo o mundo, é necessário conseguir enviar dados para todos os tipos de nós quânticos existentes. Hoje em dia, só é possível para quem possui o mesmo código.

código

A conquista foi realizada por pesquisadores do Instituto de Ciências Fotônicas da Espanha. A diferença entre os computadores normais e os quânticos é o formato das informações: bits binários (1 ou 0) e qubits, que armazenam os dados em 1, 0 ou uma superposição de ambos ao mesmo tempo. No formato quântico, a informação é codificada em uma partícula de luz chamada de fóton.

As barreiras ainda existem

ICFO

A grande dificuldade para tornar a tecnologia comercial é conseguir quebrar a barreira dos códigos diferentes usados pelos nós quânticos. Nicolas Maring, um dos pesquisadores do ICFO, afirma que “é como ter nodos falando em duas línguas diferentes. Para que eles se comuniquem, é necessário converter as propriedades do fóton único para que ele possa transferir de forma eficiente toda a informação entre esses diferentes nós”.

Apesar de parecer uma pequena vitória, o sucesso da equipe é um grande passo para o desenvolvimento da tecnologia em todo o mundo. Agora, o objetivo do time é conseguir enviar mais de um nó quântico para outras redes.

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