Por mais que os preços das peças de hardware, em geral, não andem nada animadores, quem passa bastante tempo na frente do PC e é aficionado por performance ainda não perde a chance de economizar por alguns meses para ter uma máquina parruda sobre a mesa. Embora ter um conjunto de qualidade dentro do gabinete seja essencial para o desempenho do computador, muita gente tem ficado exigente com o item que transmite todas as informações para o usuário: o monitor.

Antes relegada ao que sobrava do orçamento na hora de comprar um PC novo – na época do icônico Samsung SyncMaster 3 Ne, de 14 polegadas –, essa categoria evoluiu bastante ao longo da última década, saindo do nada saudoso tubo para os displays planos, até finalmente chegar à tecnologia LCD, que permitiu que a pecinha se tornasse bem mais formosa. A partir daí, os monitores ganharam uma infinidade de novas funções e chamarizes, prontos para satisfazer a necessidade dos gamers – e de alguns artistas digitais e cinéfilos de plantão.

Sim, monitores de tubo de 14 polegadas já foram os queridinhos de quem curtia jogos.

Esse apelo visual e de qualidade dos novos produtos do setor tem resultado na introdução de recursos diversos, indo de soluções aprimoradas de taxa de atualização e formatos diferenciados para os dispositivos até otimizações gerais na transmissão de dados do computador para o display. As mudanças no segmento são tantas, no entanto, que não é difícil que alguém que não esteja acompanhando de perto essa fase de transição acabe ficando confuso a respeito do futuro das telas.

Claro que, para desvendar onde as fabricantes de displays e suas parceiras querem chegar com a categoria, é preciso entender o atual patamar da tecnologia, de modo que ninguém fique perdido em meio a tantas novidades, aprimoramentos e, claro, siglas. Sendo assim, prepare-se para conferir uma compilação completa sobre o assunto, permitindo que você fique por dentro do que anda sacudindo o mercado de monitores de uma vez por todas.

Acrônimos e siglas fazem parte da vida dos aficionados por informática e tecnologia.

Alta frequência

A primeira coisa que precisa ser entendida é que a indústria dos displays para PC está aquecida como nunca, com uma oferta numerosa de itens de todos os tipos e preços para o consumidor em geral. Os aficionados por jogos, no entanto, devem se lembrar do surgimento de equipamentos com algumas tecnologias voltadas especialmente para o público gamer. Os primeiros destaques foram os monitores com suporte a 120 Hz e, posteriormente, 144 Hz, trazendo uma reprodução mais suave de imagens para as sessões de jogatina diárias.

Claro que, mesmo com a taxa de atualização sendo expandida consideravelmente quando comparada aos tradicionais 60 Hz, era preciso que o cérebro gráfico do computador conseguisse dar conta de produzir imagens nos novos patamares de frequência. O resultado disso? Quem resolvesse comprar um periférico desenvolvido para jogos acabava tendo que atualizar sua VGA para garantir que os títulos rodassem no máximo e dentro dos padrões mais recentes da categoria.

Com esses monitores se tornando mais populares e acessíveis, não demorou até que NVIDIA e AMD percebessem o potencial do filão e desenvolvessem suas próprias ferramentas para acompanhar, entre outras coisas, o hardware com 120/144 Hz. Enquanto o NVIDIA G-Sync promete fazer com que placa de vídeo e monitor trabalhem em sincronia absoluta, graças a um módulo físico instalado no display, o AMD FreeSync melhora muito a conversa – ou emparelhamento – entre as duas partes dependendo “apenas” de uma entrada específica.

A ideia é que a sincronização entre o material gerado pela VGA e a reprodução na tela ofereça uma experiência ainda mais fluida de jogatina.

Como dá para perceber, com as grandes marcas de VGAs entrando na brincadeira, esse tipo de item passou a influenciar diretamente o cenário de produção de painéis, abrindo portas para todo tipo de recursos que, até então, avançavam a passos tímidos ou nem sequer eram cogitados. A mudança mais recente e significativa a exemplificar isso é a iminente integração do novo padrão DisplayPort, que apresenta uma largura de banda gigantesca, capaz de transmitir muito mais dados que as portas DVI e HDMI comuns.

Banda de sobra

Com capacidade para trocar informações a uma taxa superior a 32 Gbps – uma melhoria de mais de 80% em relação ao tradicional HDMI 2.0 –, o DisplayPort 1.3 foi anunciado ainda em setembro de 2014, mas só agora começa a ganhar traços de um formato real para o público. Enquanto a empresa do “lado verde da Força” ainda não confirmou se a entrada estará disponível nas placas com a arquitetura Pascal, a AMD já se apresenta como uma das grandes embaixadoras da tecnologia.

O aumento considerável na capacidade de transmissão de dados a cada nova versão da entrada DisplayPort.

Além de basear seu FreeSync quase que inteiramente nesse tipo de conexão – apesar do suporte parcial ao HDMI, agendado para este ano –, a companhia também compartilhou recentemente um roadmap de lançamentos e funcionalidades que se apoiam quase que totalmente nessa nova edição do formato. Além disso, outra mudança nas aceleradoras gráficas tem tudo para agitar ainda mais esse cenário: a implementação das memórias HBM2, que prometem um desempenho superior ao da HBM e da GDDR5.

A ideia é que essa segunda versão das memórias de banda larga – também chamada de 3D – ofereça leitura e transmissão de dados de altíssima velocidade, tudo com uma latência bem menor do que as tecnologias vigentes e permitindo a produção de VGAs com até 32 GB de RAM. Embora a AMD tenha sido pioneira na adoção da tecnologia original – ainda que apenas nas placas do segmento profissional –, desta vez a NVIDIA também aposta na novidade para o mercado de consumidores finais.

O "empilhamento" de módulos de memória do tipo HBM permite maior capacidade e eficiência em um espaço menor.

Esse cenário remodelado da indústria e a adoção dos novos módulos de memória HBM2 acabam revelando o potencial bruto do DisplayPort 1.3, dando uma prévia do que os fabricantes de monitores devem embutir em seus produtos a partir de agora. Com um terreno amplo pela frente e banda de sobra para ser explorada pelos engenheiros de hardware – e desenvolvedores de games –, dá para adivinhar quem é afetado diretamente por essas mudanças?

Ao 4K e além!

Um dos primeiros beneficiados com o novo formato devem ser os displays com resolução 4K. Limitados atualmente em sua grande maioria a equipamentos com taxa de atualização de 60 Hz ou até míseros 30 Hz – dependendo das peças do seu PC –, os monitores que ostentam imagens constantes em 3840x2160 pixels podem, muito em breve, se tornar o sonho de qualquer gamer. Afinal, a expectativa é que a nova entrada dê suporte a dispositivos 4K rodando a suaves 120 Hz.

A ferramenta é tão poderosa que até mesmo rodar jogos em 5K (5120x2880 pixels) em uma boa frequência deve ser algo possível, bastando que você tenha o cacife para bancar uma máquina parruda o bastante para reproduzir os jogos com esse nível de detalhes. Com isso, não deve demorar para que a jogatina em Full HD se torne rapidamente uma coisa do passado, dando espaço a uma série de combinações de resolução, game de cores e refresh rate para cada tipo de situação – e orçamento, claro, já que a brincadeira não deve sair nada barata.

Um exemplo disso – e citado na documentação da AMD – é uma provável popularização das telas HDR. Diferentemente do atual padrão SDR (Standard Dynamic Range), que exibe um espectro de tons e brilho que representam apenas uma fração do que o olho humano é capaz de captar, o formato High Dynamic Range amplia de forma brusca esses aspectos. A expectativa é de que os painéis HDR possam exibir um contraste substancialmente maior e apresente imagens bem mais vivas e coloridas – graças a uma paleta mais densa de cores.

Ainda que não se saiba exatamente qual dos padrões será usado nos produtos fora do segmento profissional, a perspectiva de melhora é considerável. Isso porque a integração da tecnologia pode fazer com que o diagrama cromático dos monitores salte de míseros 35,9% (sRGB) do total da nossa visão para números como 53,6% (Cinema P3) e 75,8% (Rec2020, usado nos Blu-ray UHD). A escolha por equipamentos com canais de 10 bits de cores pode tornar a experiência visual ainda mais próxima da real.

Apesar de a comparação estar um pouco exagerada, o HDR resulta em uma riqueza muito maior de cores em exibição.

Mesmo com a imensidão de dados necessários para que figuras desses calibre sejam enviadas para o display – sem falar do processamento adicional que deve ser exigido das VGAs quando o assunto são jogos –, acredita-se que o DisplayPort 1.3 e até mesmo o HDMI 2.0 deem conta do recado tranquilamente. De acordo com a AMD, por exemplo, telas HDR 4K a 60 Hz serão realidade logo mais, assim como o mesmo combo rodando a mágicos 144 Hz na resolução 1440p. Já deu água na boca?

Ampliando os horizontes

Além das possibilidades que as novas conexões abrem para o mercado, os próprios monitores, independentemente da relação com as placas de vídeo, vêm se transformando para agradar os usuários. Uma prova disso é a recente ascensão dos displays Ultrawide, que apostam em telas na proporção 21:9 para substituir o relativamente popular uso de dois monitores em uma mesma estação.

Mesmo aqui no Brasil, onde o consumidor tem menos opções de escolha para adquirir um produto nesses moldes, esse tipo de item vem fazendo sucesso, com o modelo 29UM67 da LG sendo disputado a tapa durante promoções, como aconteceu na última edição da Black Friday do Kabum, por exemplo. Um dos grandes chamarizes de periféricos que seguem esse conceito é a chance de reproduzir o conteúdo do PC em resoluções que geralmente ficam na casa dos 2560x1080 pixels em um único display.

O ganho de área de trabalho com múltiplos monitores Ultrawide é bem alto – além de exigir um investimento na mesma proporção.

O ganho na produtividade é uma vantagem clara, seja na hora de abrir múltiplas janelas no Windows, conferir simultaneamente um filme e as postagens nas redes sociais ou, claro, engatar uma sessão de jogatina com visual cinematográfico. Ao contrário do que se pensa, na hora dos games, o Ultrawide tem um ganho de desempenho em relação a configurações com uma dupla de monitores, já que a VGA precisa passar dados por uma única saída de vídeo.

O suporte ao formato, ainda que inicialmente possa ter sido problemático – principalmente em jogos mais antigos –, já se tornou nativo nos principais títulos do segmento. Mesmo se o seu game favorito não lidar muito bem com renderizações “superesticadas”, soluções de terceiros, encontradas facilmente pela web, tendem a contornar a situação modificando alguns códigos do executável ou simplesmente fazendo o brinquedinho rodar no wide tradicional – incluindo barras pretas nas laterais.

Acredite, curtir um game em um display assim não é nada chato.

A nova geração de telas com essa tecnologia não decepciona e apresenta configurações de tirar o fôlego de muita gente. Modelos recém-anunciados – da Dell, da ASUS e da LG, por exemplo – chegam a ostentar, entre outras especificações, uma resolução aprimorada (3440x1440 pixels), um tamanho consideravelmente mais imersivo (34 polegadas), a tão almejada taxa de atualização de 144 Hz e os famosos painéis IPS – que, aliás, têm se tornado cada vez mais comuns nesse e em outros segmentos de displays.

Revolução visual

A qualidade dos painéis é um tema que deixa muito clara a evolução da indústria de displays. Antigamente, a maioria esmagadora desses componentes básicos dos monitores LCDs era do tipo TN (Twisted Nematic), uma tecnologia relativamente barata e com um tempo baixíssimo de resposta – evitando o odiado ghosting ou fantasmas durante a exibição de imagens em movimento. O problema? A qualidade de reprodução não é exatamente das melhores.

Ainda que o recurso tenha melhorado bastante ao longo dos anos, a paleta de cores mais apagada e o ângulo de visão limitado dessas peças acabaram fazendo com que dispositivos mais novos surgissem no mercado. Um dos grandes representantes dessa nova geração de tela é o IPS (In-Plane Switching), que, inicialmente, ficou limitado a equipamentos para edição de imagens e vídeo, já que, mesmo com um padrão de tons superior ao do TN e maior capacidade de contraste, sua velocidade ainda deixava a desejar.

O ghosting era um problema bastante comum nas primeiras gerações de LCD vendidos para consumidores finais.

Hoje, a tecnologia atingiu um patamar bem mais desenvolvido e possibilitou a chegada de monitores gamers IPS ao varejo, trazendo qualidade de sobra para títulos como Witcher 3: The Wild Hunt e Star Wars Battlefront com todas opções gráficas no máximo. Porém, a seleção de modelos que combinam esses painéis, frequências de 120/144 Hz e recursos como G-Sync e FreeSync ainda é bem limitada e nada em conta. Produtos como o ASUS MG279Q IPS 144HZ Gaming Monitor podem chegar a US$ 800 – cerca de R$ 3 mil em uma conversão direta.

Além desse tipo de brinquedinho, anúncios feitos durante a CES 2016 indicam que este pode ser o ano das telas OLED (Organic LED) para jogos. Com uma tecnologia que supera a LCD em praticamente todos os aspectos, esses displays têm tudo para fazer a jogatina dos mais abonados ainda mais imersiva e bela. Oferecendo LEDs únicos para cada pixel do hardware, a novidade apresenta níveis muito mais profundos de preto – algo essencial para cenas mais escuras – e tempos de resposta de chorar de alegria.

Seu monitor ou a tela do seu celular provavelmente não fazem justiça à capacidade de reprodução de imagens do modelo UltraSharp UP3017Q da Dell.

O Dell UltraSharp UP3017Q, anunciado durante a feira, por exemplo, é quase um sonho em forma de hardware. Isso porque ele é um monitor OLED de 30 polegadas, com resolução UHD (ou 4K, com 3840x2160 pixels), saída HDMI 2.0, taxa de contraste de 400.000:1, frequência de 120 Hz e refresh rate de míseros 0,1 ms – sim, uma fração de 1 milissegundo. Claro que esse espetáculo tecnológico não sai por menos de US$ 5 mil (mais de R$ 19 mil). Preço exorbitante à parte, isso já dá uma prévia do que poderemos ter acesso muito em breve.

Força bruta, mas de forma eficiente

Claro que, para dar conta das resoluções progressivamente maiores, do alto patamar de quadros por segundo esperado pelos gamers e da qualidade visual cada vez mais aprimorada dos jogos, é essencial que as VGAs tenham potência de sobra para essa e outras tarefas. Assim, não é de se estranhar que a principal dupla de fabricantes do setor venha trabalhando duro para colocar novas linhas de placas de vídeo no mercado e, periodicamente, solte algumas pitadas de novidades sobre esses produtos.

Trabalhando de forma bastante secreta na microarquitetura Pascal, a NVIDIA ainda liberou poucos detalhes da GPU que deve substituir o GM200 encontrado nos atuais produtos de ponta da empresa (GTX Titan X e GTX 980 Ti). Entre as especificações já conhecidas do hardware, estão a produção em litografia FinFET de 16 nanômetros, a presença de nada menos do que 17 bilhões de transistores e a integração de memória do tipo HBM2 – com versões de 16 GB de RAM para o consumidor comum e 32 GB para o segmento profissional.

A proposta da arquitetura Pascal, segundo a NVIDIA, é oferecer uma performance até dez vezes superior à das GPUs Maxwell.

A expectativa é de que pelo menos quatro modelos de placas com o padrão sejam oferecidos no segundo semestre de 2016, com datas precisas e preço dos brinquedinhos ainda permanecendo envoltos em mistério. A AMD, por sua vez, disposta a voltar à sua velha forma na disputa com a concorrente, parece bem mais aberta com seus futuros lançamentos. As GPUs da família Polaris – Polaris 10 e 11 –, programadas para chegarem em algum ponto deste ano, prometem um grande salto de desempenho.

Apesar de não confirmar nenhum tipo de configuração das placas fabricadas com base no processo FinFET de 14 nanômetros, já se espera que esses componentes tragam memórias GDDR5 de alta qualidade ou até a primeira geração das HBM – com os módulos HBM2 ficando reservados para as GPUs Vega, em 2017. É esperado que os produtos dessa série sejam capazes de rodar de forma tranquila – com extrema fluidez de FPS – os jogos de última geração e as exigentes aplicações desenvolvidas para a realidade virtual.

Combinar aumento de desempenho com redução de consumo é a meta da AMD com o projeto Polaris, ao passo que novas mudanças devem vir no ano que vem com a microarquitetura Vega.

Seja qual for a sua escolha, ambas as companhias estão apostando em um elemento bem interessante para suas placas: eficiência energética. Enquanto a NVIDIA fala do dobro de performance por watt em relação à linha Maxwell, a AMD diz que a Polaris é um salto histórico no uso de energia. Essa redução no consumo dá ainda mais espaço para alimentar com qualidade os monitores 4K mais avançados, já que torna possível o SLI ou CrossFire com hardware de ponta sem acabar com sua conta de luz ou exigir fontes caríssimas.

O que esperar disso tudo?

Como a NVIDIA ainda está guardando a maior parte de suas cartas na manga, a AMD é a responsável por dar um gostinho do que devemos ver ainda neste ano. De acordo com a documentação da empresa falando sobre o futuro de sua tecnologia FreeSync, a combinação de novos recursos, placas de vídeo mais parrudas e conexões DisplayPort 1.3 deve ser a base de uma fornada quentinha de monitores com especificações inéditas até então.

A fabricante espera, por exemplo, que até o fim do ano as primeiras peças 4K a 120 Hz sejam disponibilizadas no mercado, possibilitando uma “crocância” adicional na hora da jogatina, com o cronograma podendo valer também para as telas 5K a 60 Hz, com potencial de reproduzir imagens cristalinas de 210 ppi em monitores de 28 polegadas – uma melhoria clara em comparação com os 142 ppi dos itens Ultra HD de mesmo tamanho.

Jogar em 4K com as melhores especificações possíveis de display é algo bastante próximo para a AMD e as suas parceiras.

Claro que a previsão acima é feita para dispositivos seguindo o tradicional modo SDR. No entanto, quando o papo muda para outras misturas de resoluções e hardwares com capacidades HDR, a brincadeira toma novas e ousadas proporções. Veja abaixo uma lista para conferir rapidamente o que a combinação de diferentes tecnologias pode significar para os consumidores, indo desde produtos 1080p com frequências altíssimas a modelos que devem conquistar mesmo os gamers mais exigentes:

  • 1080p (1920x1080 pixels) em 240 Hz tanto SDR como HDR
  • 1440p convencional (2560x1440 pixels) em 240 Hz SDR ou 170 Hz HDR
  • 1440p Ultrawide (3440x1440 pixels) em 190 Hz SDR ou 144 Hz HDR
  • 4K (3840x2160 pixels) em 120 Hz SDR ou 60 Hz HDR
  • 5K (5120x2880 pixels) em até 60 Hz SDR

Como é possível perceber, o horizonte para os aficionados por jogos e tecnologia é bastante amplo e rico em possibilidades. Quem está com uma máquina intermediária e anda planejando um upgrade pode acabar pensando no caso de segurar um pouco essa vontade na espera pela nova leva de produtos. Vale lembrar, porém, que o preço dessas belezinhas deve ser um pouco indigesto em um primeiro momento, assim como lançamentos de praticamente qualquer área. E aí, pretende economizar para montar um PC de dar inveja aos amigos?

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