(Fonte da imagem: Reprodução/Nature)

Capturar imagens em ambientes de pouca luz pode ser um trabalho muito difícil para os fotógrafos, mas para a ciência isso não parece ser um problema. Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Cambridge desenvolveram um algoritmo capaz de filtrar a luz de fotos e revelar imagens tridimensionais mesmo em condições extremamente baixas de luminosidade.

Todo o processo começa com sensores que buscam a quantidade mínima de fótons em uma determinada localização, gerando uma imagem serrilhada (como a mostrada acima). A partir disto, os algoritmos fazem todo o trabalho de filtragem, relacionando a luz de um objeto iluminado com as regiões com pouca luminosidade ao redor – por fim “limpando” a imagem e mostrando um resultado de alta definição e confiabilidade.

A descoberta permitirá que os cientistas tirem fotos com as câmeras atuais em ambientes até cem vezes mais escuros. O resultado também facilitará pesquisas com materiais biológicos que sofrem com a alta exposição de luz, como o olho humano. A tecnologia pode ser ampliada para a utilização militar, possibilitando que câmeras identifiquem pessoas e objetos mesmo nas piores condições de luminosidade.

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