Nem todo mundo sabe disso, mas a questão é que, para comprar um bitcoin — sim, a famosa moeda digital —, é necessário que você passe por um processo que é chamado de mineração. Essa tarefa consiste em descriptografar e criptografar as unidades compradas para você, sendo que o total ofertado para vendas é sempre fixo.

Com esse “congelamento” na oferta de bitcoins, se diminui o risco de que a moeda desvalorize drasticamente. No entanto, essa característica também dificulta o processo de mineração, fazendo com que o processamento de dados fique cada vez mais complexo. Por conta disso, números absurdos foram alcançados.

O que aconteceu?

De acordo com diversas fontes, a união de todos os processos de mineração do mundo chegou a atingir a incrível marca de 1 exaFLOPS — o que é uma taxa absurda, se quiser saber mais, clique aqui. E, só para você ter uma ideia, essa capacidade supera a velocidade de cálculo somada dos 500 supercomputadores fabricados no planeta.

Apesar de ser uma quantidade massiva de dados, não se assuste. As máquinas utilizadas para realizar a mineração pela Bitcoin são capazes de fazer apenas uma operação que é relativamente simples. Dessa maneira, elas não são tão “potentes” quantos os supercomputadores e também não podem ser usadas para fins considerados complexos.

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