Os protagonistas Jesse Pinkman (vivido por Aaron Paul) e Walter White (o ator Bryan Cranston).
(Fonte da imagem: Reprodução/AMC)

Uma das séries mais elogiadas dos últimos anos, Breaking Bad, do canal AMC, teve o último episódio exibido na noite deste domingo (29) nos Estados Unidos. E, fora a história curiosa e personagens muito bem desenvolvidos, duas tecnologias foram apontadas como essenciais para o sucesso do projeto.

Em entrevista à Forbes, o diretor de fotografia da série, Michael Slovis, fez agradecimentos inesperados a dois fatores tecnológicos que contribuíram para que a série fosse construída de maneira menos convencional – e, consequentemente, se tornar tão popular.

O primeiro agradecimento foi para a popularização dos televisores em HD, com formato de imagem widescreen. "Agora as pessoas podem ver o que estamos fazendo e não precisamos contar histórias no velho estilo de closeup atrás de closeup", comenta Slovis. Em Breaking Bad, eram comuns planos de câmera bem abertos ou filmados de ângulos nada tradicionais, como em cima de objetos móveis.

Além dos televisores em HD, outro responsável pelo sucesso foi o sistema de video on demand, como o Netflix. "Eu não sei os números, mas houve um período de tempo em que o Netflix estava orgulhoso pelo fato de que mais pessoas assistiram Breaking Bad por lá do que no canal AMC. Nós construímos uma audiência porque eles são capazes de fazer maratonas de programas e nos alcançar", conclui o executivo.

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