De acordo com o vice-presidente sênior do PC Client Group — parte integrante da Intel Corporation —, atualmente “há 711 milhões de jogadores de PC no mundo”. Kirk Shaugen ainda frisa que se trata de “uma em cada dez pessoas no planeta”. Daí se entende, naturalmente, que os bons ventos ainda não pararam de soprar para a boa e velha jogatina via computador de mesa.

“O desktop está vivo e bem”, disse Shaugen durante o Intel Developer Forum (IDF). “Há inovação, seja em formatos compactos, em all-in-ones, em all-in-ones portáteis ou em plataformas especialmente projetadas para jogos.”

A “inflamação” do discurso não foi por acaso, naturalmente. À ocasião, a Intel apresentou seus novos processadores Broadwell, os quais devem chegar às prateleiras no início do ano que vem. Trata-se dos primeiros processadores com microarquitetura Haswell a serem fabricados com a tecnologia de 14 nanômetros — basicamente, o que existe de “mais avançado em termos de manufatura de silício no mundo”.

Foco no PC

Ademais, Skaugen afirmou que a Intel pretende manter o foco no PC como plataforma de jogos, já que se trata de um setor com crescimento contínuo ano após ano. “Esses são os nossos clientes mais leais: os jogadores de PC”, disse uma representante da companhia ao site PC Gamer.

Ela continua: “Eles querem tanto mais performance quanto nós formos capazes de despejar sobre eles”. Dessa forma, a Intel garante que trará suas “melhores tecnologias” para a jogatina nos PCs. Pois é, talvez seja a hora de voltar a considerar um desktop.

Via BJ

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