(Fonte da imagem: Reprodução/NYtimes)

O Facebook é uma empresa de peso dentro do segmento de tecnologia — e ela tem chamado muita atenção por conta dos investimentos feitos no formato de compras de outras companhias. Por conta disso, Mark Zuckerberg, criador e CEO da rede social, concedeu uma entrevista para o pessoal do The New York Times.

O objetivo dessa conversa era o de realizar perguntas sobre a aparente falta de inovação do Facebook e também sobre o futuro que os dirigentes planejam para a empresa. Dessa maneira, o presidente-executivo da companhia admitiu que muitos erros aconteceram no decorrer dos anos, mas que eles tiveram um motivo para existir.

Olhando para o futuro...

O exemplo dado pelo próprio Zuckerberg é o do aplicativo Facebook Home, que substitui a tela de bloqueio de aparelhos Android. Ele explica que esse recurso teve uma recepção bem mais lenta do que o esperado, isso porque as pessoas instalaram o programa e, depois, o desinstalaram por não gostarem de apenas uma das características da ferramenta.

Sobre o Graph Search, o executivo afirmou que ele ainda não pode ser considerado um fracasso, já que o programa é algo que deve levar cinco anos para “tomar corpo”. O mesmo se aplica ao Instagram, WhatsApp e Oculus Rift, já que esses são investimentos de longo prazo e que vão se tornar grandes produtos dentro da empresa Facebook.

Interações construídas com relações

Apesar de não ter recebido nenhuma pergunta do tipo, Zuckerberg também alegou que a sua empresa não está “desesperada para colocar o seu nome em tudo”. Isso porque o objetivo da companhia é o de oferecer experiências diferenciadas para os usuários, sendo que alguns produtos criam um laço maior utilizando as suas próprias identidades.

No fim das contas, o CEO também deu a sua opinião sobre aplicativos que trabalham com o anonimato de pessoas, como é o caso do Secret — ele tem o objetivo de proteger os seus dados pessoais. Zuckerberg afirmou que não há uma receita da vitória e por isso ele não pode dizer se eles vão funcionar ou não, mas acredita que algumas interações funcionam melhor com a criação de uma relação.

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