(Fonte da imagem: Divulgação / Apple)

Até hoje, muita gente acha que a época de ouro da Apple já passou e que a empresa só vai decair após a morte de Steve Jobs. Mas os números dos últimos meses de 2011, que foram divulgados nesta quarta-feira (25), são para convencer qualquer um de que a companhia vive seu melhor momento desde a fundação.

A receita atual da empresa é de US$ 46 bilhões (cerca de R$ 81 bilhões), quase o dobro do valor registrado na metade do ano passado. O lucro também é recorde: US$ 13 bilhões (aproximadamente R$ 22 bilhões).

A boa fase é refletida principalmente na venda dos produtos físicos: o iPhone alcançou impressionantes 37 milhões de unidades vendidas de outubro a dezembro – uma média diária maior que a de nascimentos de bebês na Terra, de acordo com o Dvice. Já o BetaNews fez uma comparação ainda mais pesada: o dinheiro gerado pelos smartphones (cerca de US$ 24 bilhões) é maior do que todo o caixa da rival Microsoft (que registrou quase US$ 21 bilhões no mesmo período).

Os iPads têm dados menos exagerados: 15 milhões de aparelhos vendidos, além de 5,2 milhões de unidades de Macs. Não dá nem para comparar com o Kindle Fire, da Amazon: o tablet da Maçã tem o triplo de vendas, sendo que o concorrente é vendido pela metade do preço.

Quem apresentou um valor um pouco abaixo do esperado foi o iPod: apesar de ter sido um presente frequente de fim do ano, a média anual do tocador de músicas e vídeos está em queda livre há algum tempo, desta vez apresentando um decréscimo de 21%.

Até mesmo o iTunes ganhou motivos para comemorar: o serviço digital foi responsável por 2% da expressiva receita da empresa. O recém-lançado iCloud não gera grana tão diretamente, mas já conta com 85 milhões de membros. E nem precisa ser um produto para fazer a Maçã lucrar: individualmente, cada Apple Store (que vale tanto quanto a Casa Branca) rendeu US$ 17 milhões (quase R$ 30 milhões).

Os números assustaram até mesmo o atual CEO da empresa, Tim Cook. Segundo o The Verge, ele apostava alto em um sucesso no fim de 2011, mas ficou assustado com valores tão expressivos.

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