(Fonte da imagem: Reprodução/9 to 5 Mac)

Uma versão para Android do mensageiro de dispositivos da Apple, o iMessage, surgiu em setembro deste ano na Play Store – e, embora ele realmente funcione e permita a troca de mensagens com donos de iPod, iPhone ou iPad, a história estava boa demais para ser verdade.

De acordo com vários analistas e especialistas em segurança, é arriscado demais instalar essa versão. Afinal, trata-se de um aplicativo alternativo que utiliza o mesmo método de entrada do iMessage original, o Apple ID. O problema é que, no caso da Maçã, os dados ficam apenas no servidor da empresa, enquanto no serviço para Android o desenvolvedor do app pode acessar tudo isso de forma independente.

Isso é possível porque o aplicativo usa um servidor próprio que “simula” um Mac mini, permitindo assim o login pelo Apple ID em qualquer aparelho, mesmo que rode o sistema operacional Android – ação que faz com que a Apple tenha maior dificuldade em bloquear o serviço.

Como tudo vai para essa base de dados, o criador do aplicativo ou algum mal intencionado pode instalar serviços de plano de fundo, acessar suas informações ou realizar outras ações indesejáveis.

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