Você já deve ter ouvido falar ou visto por aí um dispositivo eletrônico curioso, que existe em diversos modelos e que, supostamente, teria a capacidade de tirar uma pessoa do vício do tabaco sem que ela necessariamente “pare de fumar”. Às vezes, ele tem a forma de uma caneta, de um tubinho metálico (alguns até lembram o cabo de um sabre de luz da franquia Star Wars), de um cigarro mesmo ou parece um aparelhinho eletrônico com visor cheio de números e luzes.

Muito provavelmente você também já ouviu falar que os cigarros eletrônicos – também conhecidos como vaporizadores, vapes, e-cigs, e-cigarretes etc. – ajudam pessoas viciadas em fumar a largarem o hábito; que eles acabam estimulando jovens e outras pessoas que nunca praticaram essa atividade a entrarem nesse mundo; ou até mesmo que os e-cigs são perigosos e podem explodir em seu bolso, sua mão ou seu rosto.

O que é a substância fumada nesses aparelhos e quais são os riscos envolvidos na utilização dos vaporizadores?

Esse artigo tem como objetivo esclarecer como esses dispositivos curiosos funcionam: como é sua estrutura eletrônica e a tecnologia que os faz funcionar, o que é a substância fumada nesses aparelhos e quais são os riscos envolvidos na utilização dos vaporizadores, tanto em relação às explosões e a outros danos externos quanto ao que a inalação do vapor produzido por eles pode fazer com nosso corpo. Afinal, e-cigs realmente são seguros e podem substituir o cigarro e ajudar a acabar com o tabagismo?

Cigarro x Vaporizador: equivalentes ou práticas totalmente diferentes? Foto: Vaping360

Para facilitar a compreensão das informações, dividimos a matéria em três partes. Na Parte 1, vamos tratar dos tipos, modelos, formatos e tecnologias de cigarros eletrônicos e como eles funcionam. Na Parte 2, falaremos dos estudos mais recentes sobre o impacto dos e-cigs na saúde dos usuários e o quanto eles são realmente mais ou menos nocivos que o cigarro normal, além da composição dos líquidos utilizados; e na Parte 3, vamos abordar o assunto segurança: o que realmente acontece nos casos em que vaporizadores explodiram e feriram seus usuários? Caso você queira acessar especificamente um desses assuntos, avance diretamente para a parte que você deseja ler.

Parte 1: Como funciona?

Hon Lik é um farmacêutico chinês que lutava contra o tabagismo e, em 2001, utilizava adesivos com altas doses de nicotina na tentativa de parar de fumar. Esse mesmo vício já havia lhe custado a vida de seu pai, outro fumante inveterado.

Até 2003, o chinês havia reduzido o tamanho de sua invenção para que ela se tornasse um dispositivo portátil

Utilizando como base as ideias que já havia tido para facilitar o consumo de outras substâncias com as quais trabalhava, como o ginseng, Lik montou um dispositivo que vaporizava a nicotina diluída usando tecnologia de ultrassom de maneira que ela pudesse ser inalada sem a necessidade da absorção de tantas outras substâncias muito mais perigosas encontradas nos cigarros.

Até 2003, o chinês havia reduzido o tamanho de sua invenção para que ela se tornasse um dispositivo portátil. Ainda utilizando elementos ultrassônicos e piezoelétricos – cristais que geram tensão elétrica por meio de pressão mecânica – o primeiro cigarro eletrônico foi patenteado ainda naquele ano e começou a ser fabricado em Pequim.

Criador e criatura: Hon Lik inventou o vaporizador para se livrar do tabagismo

Muito mais do que apenas uma ferramenta para enfrentar o tabagismo, a prática da vaporização hoje em dia se tornou um hobby bastante único e cheio de peculiaridades das quais seus praticantes não abrem mão. Preciosismos dos mais diversos tipos são discutidos em fóruns movimentados na internet e até divertidas competições são realizadas para ver quem domina melhor a arte de produzir anéis de vapor.

Os vaporizadores hoje

Hoje em dia, a grande maioria dos e-cigs não utiliza mais tecnologia de ultrassom: eles usam apenas um sistema de baterias elétricas. E o calor produzido por meio delas vaporiza um líquido que pode ou não conter nicotina e que é inalado pelo usuário do dispositivo, evitando assim a absorção dos elementos carcinogênicos que são encontrados em grandes quantidades nos cigarros comuns.

Existem quatro gerações de vaporizadores, e eles continuam evoluindo em tecnologia e design constantemente.

  • Primeira geração: os primeiros e-cigs a chegar ao mercado tentam simular a aparência e a forma de um cigarro ou até de cigarrilhas e charutos, na maioria das vezes. Alguns são dispositivos descartáveis, que contam com uma parte funcionando como bateria, um atomizador – para transformar o líquido em vapor – e um cartucho que contém essa substância. Uma vez que tudo é esgotado (bateria e líquido), o aparelho pode ser jogado fora quando descartável, o que acontece na maioria deles. Alguns poucos podem ser recarregados.

Primeira geração de vaporizadores: formato e tamanho similares aos de fumígenos normais

  • Segunda geração: um pouco mais avançados, alguns vapes da segunda geração possuem bateria recarregável e você pode recolocar o líquido que é vaporizado no tanque do aparelho, apesar de certos modelos ainda adotarem cartuchos que não podem ser reutilizados. Os aparelhos dessa geração normalmente têm a aparência de uma caneta um pouco mais espessa. Como não são dispositivos descartáveis, o custo de utilização deles é mais baixo, apesar de os aparelhos em si custarem mais caro.

Vape pens: é possível comparar o tamanho dos dispositivos com uma caneta hidrográfica na imagem

  • Terceira geração: É aqui que entra a maioria dos cigarros eletrônicos usados hoje em dia. Os mods, que servem como fonte de energia e o “cérebro” do vape, começam a aparecer nessa geração. Eles podem ter controles de voltagem e potência para regular a quantidade de vapor produzida e possuem alguns dispositivos eletrônicos de segurança. São também da terceira geração os tais mods mecânicos, que não utilizam circuitos integrados e geram contato entre as baterias e o aparato de aquecimento de maneira física. Deles, vamos tratar com mais detalhes quando abordarmos o assunto segurança na Parte 3.

Vaporizadores que usam mods eletrônicos: exemplos da terceira geração

  • Quarta geração: geralmente, os vapes são categorizados em apenas três gerações, mas uma nova leva mais avançada desses aparelhos já é identificada por alguns usuários e especialistas. Essa geração comporta e-cigs com controle automático de temperatura, capazes de lidar com configurações de resistência bastante baixa em ohms. Sem dúvidas, são os aparelhos mais modernos (e também caros) do mercado.

Desconstruindo um vaporizador

Para entender um pouco como os vaporizadores atuais funcionam, devemos desconstruí-lo e conhecer todas as partes que compõem esse tipo de aparato. Um vape é basicamente dividido em duas partes: o mod, onde fica a fonte de energia do dispositivo e onde você liga, desliga e ativa o aparelho; e o atomizador, onde se encontram o resistor que vai gerar aquecimento (também chamado de coil), o líquido que será vaporizado e o bocal através do qual o fluxo de vapor vai sair.

Existem diversos tipos de mods: alguns são compostos por uma peça única que contém a bateria e o circuito eletrônico que controla a potência enviada para o resistor do atomizador

Existem diversos tipos de mods: alguns, mais simples, são compostos por uma peça única que contém a bateria (a maioria delas de íons de lítio, assim como as dos celulares) e o circuito eletrônico que controla a potência enviada para o coil do atomizador. Outros, mais modernos, usam baterias separadas, parecidas com pilhas, e possuem interfaces e botões por meio dos quais você pode verificar a potência, a voltagem e a resistência do resistor e alterar alguns desses valores.

Também existem vários tipos de atomizadores, mas a estrutura básica deles é a seguinte:

  • Base: peça que se conecta ao mod, recebe o impulso elétrico fornecido pelas baterias e o passa para a coil;
  • Coil: é basicamente o resistor que vai produzir calor a partir da eletricidade juntamente com um pavio (wick) embebido no líquido que vai ser aquecido e se tornar vapor;
  • Tanque: é o que armazena o líquido que vai ser vaporizado;
  • Bocal: parte pela qual o ar conduz o vapor para a boca do usuário.

Peças principais da maioria dos vaporizadores

Tipos de atomizador

Apesar de os mods utilizados fazerem bastante diferença no resultado final produzido pelos vaporizadores, visto que podem ser feitas diversas configurações de voltagem e potência por meio deles, o que realmente personaliza um cigarro eletrônico são os atomizadores – as variadas maneiras pelas quais o líquido é aquecido e transformado em vapor alteram completamente a experiência do usuário.

Confira alguns dos tipos mais comuns de atomizadores:

  • Atomizador com coil substituível: é um dos mais comuns e geralmente possui uma manutenção mais simples. Nele, a coilhead – produzida industrialmente – deve ser substituída por uma nova após um determinado tempo de uso.

Coilhead industrializada que deve ser instalada em um atomizador desse tipo

  • RTA: os Rebuildable Tank Atomizers podem ser reconstruídos sempre que estiverem muito desgastados. Não é uma tarefa tão simples construir uma nova coil, mas isso exige apenas um tipo específico de arame para fazer o resistor e material para fazer o pavio, que é o que fica embebido com o líquido. Pode ser um algodão especial, fio de sílica ou eco wool, uma espécie de lã de produção orgânica. A vantagem desse tipo de atomizador sobre o de coil substituível é que ele produz mais vapor e destaca melhor o sabor do líquido utilizado.

Coil reconstruível e estrutura do atomizador

  • RDA: os Rebuildable Dripping Atomizers não possuem tanque de armazenamento para o líquido, pois você deve manualmente pingá-lo sobre a wick no resistor sempre que for vaporizar. São considerados os atomizadores que produzem o melhor sabor, mas não são tão práticos de usar.

RDA: sem abertura superior para o juice, pois o próprio é aplicado diretamente pelo bocal na coil

  • RDTA: os Rebuildable Dripping Tank Atomizers são uma mistura dos dois tipos anteriores. Nele, o líquido é armazenado no tanque e você vai liberando-o aos poucos para que ele umedeça a coil e você possa vaporar.

Uma mistura das duas categorias anteriores

Existem também outras configurações de atomizador que funcionam de maneiras diferentes, mas que não se comparam a essas em popularidade. Resumindo: um cigarro eletrônico hoje em dia é basicamente uma bateria que faz aquecer um resistor em torno de um material embebido em um líquido específico que pode ou não conter nicotina para que ele se torne vapor e seja inalado pelo usuário. Simples, não é mesmo?

Tudo o que você precisa saber para conversar com um vaper

Parte 2: O impacto na saúde

Ainda existem poucos estudos médicos sobre o impacto causado pelo uso dos vaporizadores, especialmente porque esse tipo de dispositivo é bastante recente e ainda não foi possível analisar os efeitos em longo prazo dessa prática. Porém, um estudo realizado pelo departamento de Saúde Pública da Inglaterra em agosto de 2015 chegou à conclusão de que cigarros eletrônicos são 95% menos danosos que o consumo de tabaco.

Há um consenso geral de que usuários de cigarros eletrônicos são expostos a muito menos substâncias tóxicas e carcinogênicas

Essa pesquisa também mostrou que a prática da vaporização pode ajudar na luta contra o tabagismo entre fumantes e que não há evidências de que os vapes estariam agindo como rota de entrada à prática de fumar entre crianças e não fumantes. O estudo foi conduzido pelos professores Ann McNeill, da King’s College London, e Peter Hajek, da Queen Mary University of London.

Médicos do mundo inteiro divergem quanto ao uso dos vaporizadores na luta contra o tabagismo

Porém, nem tudo são flores. Não existe consenso na comunidade médica internacional em relação aos males que a vaporização pode causar. Há um consenso geral de que usuários de cigarros eletrônicos são expostos a muito menos substâncias tóxicas e carcinogênicas, apesar de o risco do desenvolvimento de dependência à nicotina continuar existindo.

Nenhuma conclusão específica sobre o quão seguro é usar esses produtos em comparação ao fumo pode receber credibilidade científica nesse momento

A Organização Mundial da Saúde (OMS) produziu um relatório em agosto de 2016 e nele afirma: “não há pesquisas suficientes para quantificar o risco relativo de sistemas eletrônicos de fornecimento de nicotina em relação a produtos que usem combustão. Portanto, nenhuma conclusão específica sobre o quão seguro é usar esses produtos em comparação ao fumo pode receber credibilidade científica nesse momento”.

Vaporizadores no Brasil

Consultamos a Anvisa para esclarecer exatamente a situação dos vapes no Brasil. Assim como qualquer outro produto fumígeno, é proibido qualquer tipo de propaganda comercial deles. Além disso, sua venda é vetada em todo o território nacional conforme a resolução RDC nº 46/09 da Anvisa, incluindo ainda “quaisquer acessórios e refis destinados ao uso em qualquer dispositivo eletrônico para fumar (DEF)”.

O que os usuários fazem é adquirir seus vapes fora do país, onde o comércio é legalizado, como nos EUA ou na Europa

Ainda assim, sua utilização é completamente permitida, contanto que seja respeitada a Lei Antifumo, nº 13.541/09: “Proíbe o consumo de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou de qualquer outro produto fumígeno, derivado ou não do tabaco, na forma que especifica em ambientes de uso coletivo, públicos ou privados”.

O que os usuários fazem é adquirir seus vapes fora do país, onde o comércio é legalizado, como nos EUA ou na Europa, ou através do comércio paralelo feito pela fronteira do Brasil com o Paraguai. Embora isso seja contraditório, pois a importação desses dispositivos também é proibida, não há lei que impeça o uso desses apatos.

Do que todo esse vapor é feito?

O líquido utilizado nesses aparelhos – conhecido como juice, e-juice, e-liquid etc. – é composto basicamente de duas substâncias: a glicerina vegetal (VG) e o propilenoglicol (PG)

O líquido utilizado nesses aparelhos – conhecido como juice, e-juice, e-liquid etc. – é composto basicamente de duas substâncias: a glicerina vegetal (VG) e o propilenoglicol (PG). A elas podem se somar os aromatizantes, essências que dão sabor e aroma ao vapor, e a nicotina, que não é obrigatoriamente utilizada.

A glicerina vegetal, também conhecida como glicerol ou, nesse meio, VG, é um composto orgânico. É uma substância sem cor, sem cheiro, viscosa e de sabor adocicado. É considerada segura para o consumo e é utilizada em diversos produtos alimentícios e medicamentos. Seu aquecimento produz o vapor denso e branco gerado pelos cigarros eletrônicos.

As duas substâncias que servem como base para a fabricação dos líquidos para vaporizadores

Nos alimentos, serve como umectante, solvente, adoçante e conservante. É usado também na produção de alguns tipos de papel, de produtos anticongelantes automotivos, na indústria têxtil para amaciar fibras e, apesar de inofensivo nessa forma, é utilizado na fabricação da nitroglicerina, presente em explosivos como o TNT.

A substância pode causar irritação nas mucosas dos olhos e das vias aéreas superiores, gerando eventualmente quadros de bronquite e asma

O propilenoglicol – chamado de PG pelos vapers – é um composto orgânico sintético cuja função nos líquidos para cigarros eletrônicos é realçar o sabor dos aromatizantes. Ele é usado na produção de polímeros e na indústria alimentícia, em produtos como sorvete, alguns laticínios e refrigerante.

Apesar de a toxicidade do propilenoglicol ser muito baixa – sendo ele, inclusive, usado até em fórmulas de colírios e outros medicamentos –, a substância pode causar irritação nas mucosas dos olhos e das vias aéreas superiores, gerando eventualmente quadros de bronquite e asma. Ainda assim, é o PG que dá aquela sensação de garganta “arranhando” parecida com a dos cigarros normais, e isso serve para aproximar a sensação em quem está tentando largar o tabagismo.

Medicina em contradição

No fim das contas, é impossível bater o martelo com relação aos danos que o consumo desse líquido por meio dos vaporizadores pode causar. Enquanto a comunidade médica não chega a um consenso quanto a essa atividade, é bom sempre estar ciente de que a prática pode ter consequências ainda desconhecidas pelos usuários e pela ciência.

No entanto, pode-se afirmar que, quando utilizados com responsabilidade e em casos específicos, os cigarros eletrônicos podem sim ajudar uma pessoa a enfrentar o tabagismo.

Serão necessárias mais pesquisas nesse assunto para que algo possa ser afirmado com maior certeza

O que muda na proporção de VG e PG?

A proporção entre glicerina vegetal e propilenoglicol pode variar muito, dependendo do que o juice quer oferecer ao usuário. Geralmente, é assim:

  • Mais VG: mais produção de vapor, porém menos sabor – utilizado pelas pessoas que gostam de competições de vapor etc.;
  • Mais PG: maior sabor no juice, mas com mais “arranhado” na garganta, o chamado “throat hit”. É indicado para quem não se importa tanto com um vapor volumoso, mas sim com o sabor que o líquido vai entregar.

Competições realizadas nos EUA atraem cada vez mais participantes e espectadores

Parte 3: É seguro carregar e usar e-cigs por aí?

Diversas notícias sobre acidentes causados por e-cigs foram publicadas por veículos de mídia nos últimos tempos. Vídeos onde é possível ver vapes explodindo em bolsos e mãos, causando queimaduras e ferimentos graves a seus usuários, estão espalhados pelo YouTube e ganharam as manchetes no mundo todo, inclusive a história de um rapaz norte-americano que teve escoriações no rosto e que noticiamos aqui no TecMundo.

Um vape com mod eletrônico é tão seguro quanto o seu smartphone, aquele que você carrega em seu bolso colado ao corpo

Direto e reto: um vape com mod eletrônico é tão seguro quanto o seu smartphone, aquele que você carrega em seu bolso colado ao corpo, segura com as mãos toda hora e com o qual você passa horas no rosto fazendo ligações telefônicas ou ouvindo os áudios do WhatsApp. Nesses casos, a bateria do vape possui um controle de segurança eletrônico, o que evita maiores catástrofes.

O grande problema que envolve todos esses acidentes são os mod mecânicos. Esses dispositivos são menos avançados que suas versões eletrônicas, mas muitos usuários optam por eles por serem muito mais customizáveis, visto que podem ser alterados muito mais facilmente e utilizados de maneira mais “livre” e personalizada que os eletrônicos.

Mod mecânico destruído por explosão

Controle só na mão

Os mods mecânicos utilizam baterias individuais que fornecem energia para o atomizador por meio de um contato físico, ou seja, não existe um circuito integrado eletrônico capaz de evitar picos de eletricidade ou mesmo limitar o tempo de conexão que o usuário faz usando um botão mecânico. É necessário um grande conhecimento de volts, watts, amperes e ohms para se embrenhar pelo mundo dos mods mecânicos, além de muito, muito cuidado.

Um mod mecânico malfeito pode ser como uma bomba-relógio que pode estourar a qualquer momento

Também devemos levar em conta a manutenção que é feita nesses mods mecânicos: como tudo é feito de maneira “caseira”, defeitos de montagem podem causar curtos-circuitos, além de baterias velhas poderem vazar, causando incidentes imprevisíveis. Um mod mecânico malfeito pode ser como uma bomba-relógio que pode estourar a qualquer momento.

Tipos e formas de mods mecânicos

Concluindo: vapes com mods eletrônicos são seguros para o uso nesse sentido e a chance de eles causarem algum acidente é a mesma que você tem com o seu celular: praticamente nula, apesar de em raríssimas ocasiões poderem acontecer. As catástrofes que você vê por aí nos vídeos e nas notícias são causados por mods mecânicos malfeitos ou que não passam pela manutenção adequada.

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Agradecimentos especiais para Marcus Borgonove e Gabriela Lopes, que colaboraram com o artigo tirando dúvidas e esclarecendo informações.

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