Receita da Xiaomi cresce 55% no primeiro trimestre de 2021

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A fabricante chinesa Xiaomi anunciou o crescimento de 55% das suas receitas no primeiro trimestre de 2021. Os dados foram revelados em relatórios financeiros publicados nesta quarta-feira (26).

No trimestre encerrado em 31 de março, a receita da marca subiu para 76,8 bilhões de yuans – R$ 63,7 bilhões na atual conversão. O resultado superou o valor de 49,7 bilhões de yuans obtido no mesmo período em 2020.

A Xiaomi é a quarta maior fabricante de smartphones na China.A Xiaomi é a quarta maior fabricante de smartphones na China.Fonte:  WikiMedia/Reprodução 

A participação da Xiaomi no mercado de celulares na China aumentou 75% em relação ao primeiro trimestre de 2020. Porém, analistas destacam que o crescimento está relacionado à saída da Huawei, companhia afetada pelas sanções comerciais dos EUA.

Globalmente, o relatório financeiro indica o envio de 49,4 milhões de aparelhos durante o primeiro trimestre de 2021. Isso ajudou a marca a conquistar 14,1% do mercado de smartphones, ficando em terceiro lugar atrás da Samsung e da Apple.

Diferente das concorrentes, a Xiaomi parece não sentir os efeitos da escassez global de semicondutores. Embora encare o aumento do preço dos componentes como um desafio, a fabricante ainda enxerga um cenário favorável em 2021.

Em reunião com investidores, o CFO Alain Lam afirmou que os estoques de chips permaneceram em níveis "saudáveis". O executivo acredita que a crise não deve impactar os negócios da marca este ano,  mas o problema deve durar até meados de 2022.

Xiaomi pretende investir em novos mercados como a Índia.Xiaomi pretende investir em novos mercados como a Índia.Fonte:  Xiaomi Today/Reprodução 

Próximos planos da Xiaomi

Para o futuro, os executivos da Xiaomi planejam ampliar o número de lojas físicas na China. Tal como, a marca pretende investir em vendas online na Índia – um dos seus principais mercados no exterior.

Por fim, a fabricante revelou que finalmente deixou de ser considerada uma empresa perigosa para os EUA. Portanto, ela está livre para retomar parcerias comerciais com companhias americanas.

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