Xiaomi não é mais considerada uma empresa perigosa para os EUA

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A fabricante chinesa Xiaomi não vai sofrer sanções do governo dos Estados Unidos e está oficialmente liberada da lista de empresas potencialmente perigosas para o país. A informação parte de um documento oficial, publicado no blog da companhia.

Nesta terça-feira (25), um tribunal distrital de Columbia determinou que o Departamento de Defesa remova a marca da lista de companhias consideradas "empresas militares comunistas". Desse modo, ela está livre de qualquer acusação a respeito do envolvimento com o governo chinês e o uso da infraestrutura para repassar informações.

Isso poderia resultar não apenas em investigações por parte do governo, mas também sanções comerciais, impedimento de comercialização de produtos ou serviços e até proibição de parcerias com fornecedoras de plataformas e componentes — algo que já ocorre com a Huawei desde 2019.

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O caso começou em janeiro deste ano, quando o governo de Donald Trump classificou a Xiaomi como "empresa militar comunista" e colocou a marca em uma lista de inimigos em potencial.

Como resultado, a fabricante processou o governo dos EUA no mês seguinte e conseguiu uma liminar provisória impedindo as sanções.

O processo seguiu em março sem novidades, até que o governo finalmente cedeu em maio de 2021 e sinalizou a remoção das sanções — medida que só foi oficializada ontem.

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