Galaxy A: Samsung reduz produção da linha por escassez de chips

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Imagem: Samsung/Divulgação
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A Samsung, maior fabricante de smartphones do mundo, enfrenta os efeitos da escassez global de chips. Conforme um recente relatório, a falta de componentes causou a interrupção da produção da linha Galaxy A — a mais vendida pela marca.

A empresa havia previsto o problema no início de abril e moveu diversas equipes para encontrar uma solução. Entretanto, ela não conseguiu expandir a produção no volume que gostaria.

Até o momento, apenas o Galaxy A52 foi lançado nos EUA.Até o momento, apenas o Galaxy A52 foi lançado nos EUA.Fonte:  Felipe Santos/TecMundo 

A Samsung revelou que a escassez de chips foi uma das principais razões pelas quais não haverá um modelo Galaxy Note em 2021. Agora, a fabricante luta para que isso não cause um grande impacto na fabricação dos recém-lançados Galaxy A52 e Galaxy A72.

Conforme o sul-coreano The Elec, a falta de componentes está atrasando o lançamento dos aparelhos em mercados cruciais. Apesar de terem sido anunciados juntos, apenas o Galaxy A52 5G está disponível nos Estados Unidos.

Com o problema na produção, o Galaxy A72 pode demorar para chegar aos mercados em diversas partes do mundo. Devido ao sucesso do Galaxy A71, é improvável que a fabricante não lance o sucessor em países como os EUA.

Samsung tem uma parceria com a Qualcomm para a fabricação do chip Snapdragon.Samsung tem uma parceria com a Qualcomm para a fabricação do chip Snapdragon.Fonte:  Mister Gadget/Reprodução 

Fornecimento reduzido e limitado

A linha Galaxy A usa chips Snapdragon da Qualcomm fabricado pela própria Samsung com a tecnologia de 8 nm. Entretanto, o mesmo modelo de processador é utilizado por celulares da Xiaomi e da Redmi — reduzindo ainda mais o já limitado fornecimento.

Com a escassez de semicondutores longe do fim, o cenário fica cada vez mais difícil para a marca sul-coreana. Isso porque a linha principal corresponde a uma parte significativa das suas vendas anuais de smartphones.

Vale destacar que o problema também afeta outras empresas como a Apple e a Google. Analistas acreditam que os impactos dessa crise serão vistos quando as companhias de tecnologia divulgarem os resultados financeiros deste trimestre.

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