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10 empresas compradas recentemente pela Apple — e como elas serão usadas

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Apesar de ser uma gigante por si própria, a Apple também está de olho em oportunidades de mercado e costuma adquirir companhias menores. Só que a empresa não faz muito alarde a respeito, já que elas costumam só servir para aumentar as tecnologias disponíveis e atuar no bastidores, e às vezes nem sabemos quais startups ou fabricantes são absorvidas pela Maçã.

Ainda assim, ela comprou mais de 20 empresas nos últimos seis meses, segundo o próprio CEO, Tim Cook. O site ZDNet compilou alguns desses nomes — e trouxe a importância de cada uma delas para o catálogo da marca.

  • Texture: a revista digital oferecia um modelo de assinatura para várias publicações e tinha vários grandes nomes no catálogo. Esse produto foi diretamente aproveitado no Apple News+.
  • Akonia Holographics: essa empresa especializava-se em lentes para Realidade Aumentada, inclusive em aparelhos para userem usados na cabeça do usuário, como em óculos. Por enquanto, algumas de suas tecnologias foram aproveitadas no iPad, mas outras podem ser utilizadas em um produto próprio de AR.
  • Dialog Semiconductor: a Maçã está cada vez mais voltada para a fabricação própria de chips e já fazia parcerias com a Dialog desde o primeiro iPhone, em 2007. Ela fornecia processadores de gerenciamento de energia e recarga e agora fará isso de orma nativa.
  • ASAII: o serviço baseado em algoritmos ajuda a fazer recomendações musicais e detectar tendências, como artistas com potencial de explodir em breve. Utilizado majoritariamente no Apple Music.
  • Silk Labs: uma pequena empresa com cerca de meia dúzia de funcionários. É especializada no desenvolvimento de softwares de inteligência artificial que sejam “leves” a ponto de poderem ser usados em dispositivos do dia a dia, como câmeras e caixas de som. Deve ampliar o repertório de IoT da Maçã.
  • Platoon: esse é um serviço de incubação de talentos, que reúne profissionais da indústria do entretenimento e faz recrutamentos e gerenciamento de pessoas. Deve ser utilizada em processos do serviço de streaming Apple TV+.
  • Datatiger: empresa de marketing, Big Data e IA que faz análises em tempo real.
  • Pullstring: antiga ToyTalk, criava aplicativos de voz para a assistente pessoal Alexa, da Amazon. É usada para melhorar a conversação apenas da Siri desde fevereiro de 2019.
  • Laserlike: esse serviço utiliza o machine learning para executar tarefas como busca, descoberta e otimização de resultados. Deve integrar uma série de produtos da Apple.
  • Stamplay: uma plataforma de automação para dar poder de modernização para pequenas organizações integrarem seus sistemas, dados e aplicativos.

A lista original não adicionou ainda as patentes da Lighthouse AI, que lida com casas inteligentes.

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