Com a crise financeira, você deve pensar que um dos primeiros segmentos que sofreram com a recessão foi o comércio eletrônico, certo? Porém, parece que a realidade é outra. Segundo números da Ebit, empresa que mede a reputação das lojas virtuais por meio de pesquisas, essa modalidade de compra movimentou cerca de R$ 1,9 bilhão apenas em 2016.

O brasileiro adotou os sites de compras na internet como referência tanto para adquirir produtos quanto para pesquisar preços.

Com isso, um levantamento feito pela SEMrush, empresa de marketing digital, mostrou os dez sites mais procurados no Brasil, com base no número de buscas feitas na internet. Também faz parte do ranking a página do Aliexpress, que, apesar de suas transações serem baseadas no dólar, continua instigando o consumidor mesmo com a alta da moeda.

Ranking das 10 lojas online mais procuradas: 

10°: WebMotors – site especializado em vendas de carros online;
9°: Ricardo Eletro – loja de varejo especializada em eletrodomésticos;
8°: Submarino – loja de varejo especializada em eletrônicos;
7°: Groupon – site de compras coletivas e descontos;
6°: Centauro – especializada em artigos esportivos;
5°: Netshoes – especializada em artigos esportivos;
4°: Shoptime – loja de varejo em geral;
3°: AliExpress – site chinês intermediador de negócios entre vendedores e compradores;
2°: Extra – loja de varejo online da marca;
1°: Casas Bahia – loja de varejo online da marca.

Os números que compõem os sites mais pesquisados impressionam: 17.541.696 e 9.516.452 de buscas, respectivamente entre os dois primeiros lugares. Esse resultado mostra que há uma forte presença das lojas tradicionais do varejo mesmo no ambiente virtual.

Segundo a analista de comunicações da empresa responsável pela pesquisa, as pessoas que fazem uma compra sem antes consultar as lojas online hoje em dia são mais raras e o consumidor brasileiro ainda leva em conta adquirir certos itens fora do país.

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