Operadoras mais problemáticas em São Paulo

Fonte da imagem: reprodução/documento oficial do PROCON-SP

Como de praxe, o PROCON-SP liberou um documento com informações diversas sobre as reclamações com maiores incidências no ano passado (2010). O relatório traz detalhes sobre empresas dos mais variados setores, incluindo fabricantes de eletrônicos, fabricantes de celulares e operadoras de telefonia (tanto fixo quanto móvel).

Muitas empresas que estão listadas no documento já estavam no ano anterior. Todavia, o curioso sobre estas estatísticas está na questão de que diversas empresas relacionadas à telefonia móvel ocupam altas posições nos rankings. Entre as cinco principais operadoras mais problemáticas estão a Claro (obtendo a marca de 925 reclamações) e a Oi (com 665 registros). A TIM aparece em 6º lugar (marcando 574 problemas) e a Vivo em 9º (obtendo a pequena quantia de 272 ocorrências).

Além dos altos índices de ocorrências, algumas operadoras se aproveitavam dos clientes. Segundo as informações do PROCON-SP, operadoras como Oi, Claro e TIM ofereciam chips gratuitos para os clientes. Entretanto, os clientes só ficavam sabendo posteriormente que tais linhas eram do tipo pós-pago.

Fabricantes de celulares ocupam altas posições

Fonte da imagem: reprodução/documento oficial do PROCON-SP

As fabricantes de aparelhos celulares também ganharam destaque entre as tantas reclamações. Entre as cinco primeiras posições de empresas de eletrônicos com problemas, quatro posições são ocupadas por fabricantes de smartphones, que são: Samsung (com 981 reclamações), Sony Ericsson (com 810 registros), LG (com 780 consumidores insatisfeitos) e Nokia (com 514 ocorrências).

Salientamos que os dados acima são válidos apenas para o estado de São Paulo, sendo que o PROCON do seu estado pode possuir diferentes informações. Claro, considerando que São Paulo detém a maior população do país, pode-se, de certa forma, afirmar que tais valores sejam válidos. No entanto, não é possível indicar com certeza quais operadoras e fabricantes deixam mais a desejar. Caso você esteja curioso para ver o restante do documento, clique aqui.

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