O mercado de eletrônicos vestíveis ainda é bem incipiente, e, basicamente, só a categoria dos relógios inteligentes já está de fato minimamente avançada. O restante do segmento ainda tenta se descobrir, e, em uma feira de wearables realizada em Tóquio, algumas ideias bizarras foram mostradas. Curiosamente, foi apresentada inclusive uma “Internet dos Animais”.

A imagem que você confere na abertura desta notícia traz os óculos inteligentes da Hakugan sendo utilizados pelo presidente da empresa, Hiroyuke Sasaki. O conceito basicamente consegue interpretar ondas cerebrais e, em teoria, deveria ajudar a acalmar a mente do usuário através de impulsos naqueles pequenos eletrodos.

Na foto a seguir, você confere o aparelho inteligente da Brother, capaz de auxiliar trabalhadores mostrando informações em várias situações. Contudo, o aparelho parece pouco prático para o dia a dia, especialmente por precisar ficar preso na cabeça do usuário.

Esta outra imagem mostra os óculos da Toshiba, capaz de projetar imagens de até 13’’ em uma parede ou outra superfície em até 1,25 m de distância do usuário. Dependendo do que você está fazendo, isso até pode ser útil, mas o design do aparelho é ainda pior do que o do Google Glass.

Animais conectados

Coleiras e outros acessórios eletrônicos para gatos e cães não são exatamente uma novidade, mas, pelo que parece, o termo de “internet dos animais” foi cunhado nessa feira japonesa. Estamos falando de um aparelho que consegue “monitorar os sentimentos” de animais de estimação através de seus dados vitais, como batimentos e movimentos.

Esses detalhes são enviados pela web para um app no celular do dono, que consegue saber ainda por onde o bicho anda e como foi o seu dia. Vai chegar o dia em que alguns cachorros por aí estarão mais conectados à internet do muita gente em locais remotos ou pobres do globo.

Pro fim, confira esta triste montagem feita pelo pessoal do Gizmodo:

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