Há pouco mais de um mês, o primeiro acidente fatal envolvendo um sistema de direção autônomo foi registrado. Para o azar de Elon Musk, o CEO da Tesla, o incidente envolveu um veículo elétrico da marca – um sedã Model S, para ser mais exato.

Joshua Brown estava ao volante quando o Autopilot de seu carro não conseguiu identificar uma carreta fazendo uma conversão à sua frente e, por isso, não acionou os freios. Para piorar, um segundo caso aconteceu, dessa vez com a SUV Model X, mas a empresa conseguiu provar que foi uma falha humana.

Há algumas semanas, no entanto, a tecnologia foi essencial para salvar a vida de um homem nos Estados Unidos. Joshua Nelly estava voltando do trabalho em seu Model X e ativou o sistema Autopilot ao entrar numa rodovia. Foi aí que, de repente, sentiu uma dor enorme no peito: ele estava tendo uma embolia pulmonar.

Neally com seu Tesla salva-vidas ao fundo

Quase sem conseguir respirar, Joshua ligou para sua esposa e não conseguia nem se concentrar em dirigir. Por isso, permitiu que o veículo continuasse na rodovia de forma autônoma por 32 quilômetros até chegar próximo a um hospital, quando voltou a assumir do Model X para dar entrada em um pronto-socorro.

Neally disse que a tecnologia salvou sua vida, já que ele provavelmente provocaria um acidente ao tentar sair da estrada movimentada para esperar por uma ambulância.

O norte-americano apontou ainda que, caso ele tivesse ficado inconsciente, o Autopilot estava programado para parar o veículo em segurança no acostamento. Isso porque o sistema exige que o motorista coloque as mãos no volante depois de um período de 4 minutos.

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