Parecemos estar no apogeu da “era inteligente”. Quer dizer, nunca antes foram tantos os aparelhos que carregam consigo o título smart. São pulseiras, televisões, celulares e até mesmo carros que executam algum tipo de função complementar. É neste tempo que ganham especial destaque os smartwatches.

Mas qual é o passado de aparelhos tão versáteis como o Moto 360 e Apple Watch? Podemos dizer que o primeiro gadget de pulso do gênero surgiu por volta da década de 1940 – além de mostrar as horas, os Broad Arrow podiam funcionar como cronômetros (saiba mais sobre a história dos relógios inteligentes aqui).

Um ancestral visionário

Fato é que a Samsung foi quem anunciou, em 1999, o primeiro relógio capaz de fazer ligações. Pesando 50 gramas e com espessura de dois centímetros, o SPH-WP10 podia funcionar como alternativa ao celular por até 90 minutos devido às suas limitações de bateria. Os comandos tinham de ser dados por meio de um botão, localizado abaixo da tela monocromática em LCD.

O aparelho é considerado ainda a primeira central wireless de pulso – dados podiam ser enviados ao relógio por meio de um computador sem extensão física alguma; certos comandos de voz eram admitidos também pelo gadget. O conceito forjado pela Sammy é hoje parte da natureza dos smartwatches. Na época em que foi lançado, porém, o SPH-WP10 não conquistou uma legião de fãs (sua antena despontando pela lateral e a dificuldade de se acessar os comandos são alguns dos aspectos que não agradaram aos consumidores do início dos anos 2000).

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