Itaú supera Nubank e vira banco mais valioso da América Latina

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Na última sexta-feira (14), o Nubank fechou o pregão com queda de 6,37% no valor de suas ações. Com a desvalorização, a fintech perdeu valor de mercado e devolveu o posto de banco mais valioso da América Latina para o Itaú Unibanco.

A Nubank teve uma desvalorização de cerca de 9,8% em relação a sua estreia na Bolsa de Nova York (NYSE), em dezembro de 2021, com US$ 41,478 bilhões (R$ 229,5 bilhões). O Itaú, por sua vez, teve sucesso ao acumular uma alta de 9,5%.

Após os ganhos de 0,5% na sexta passada, o maior banco privado do país retomou o título de mais valioso da América Latina. Ainda na semana passada, o Itaú comprou a Ideal, uma corretora digital, que somou um valor de mercado de cerca de US$ 39,1 bilhões, ou aproximadamente R$ 216,65 bilhões, superando o seu valor quando a Nubank abriu capital na bolsa de valores.

Estreia da Nubank na NYSE (Fonte: REUTERS/Brendan McDermid/Estadão/Reprodução)Estreia da Nubank na NYSE (Fonte: REUTERS/Brendan McDermid/Estadão/Reprodução)Fonte:  REUTERS/Brendan McDermid 

Analistas do Itaú divulgaram, no início do ano, um relatório de avaliação para o desempenho dos papéis do Nubank, com um preço alvo de US$ 8, ou R$ 44,72, em um ano. O valor está abaixo dos US$ 9,00 que foram estabelecidos na entrada da fintech no mercado financeiro.

Segundo o relatório, há desafios estruturais para o potencial de monetização dos clientes no Brasil, visto que o ciclo de inadimplência pode gerar dificuldades para a empresa — desencadeando uma correção no valor das ações.

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