5G: Samsung domina mercado e marcas da China não brilham

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A tecnologia 5G ainda está engatinhando, mas a Samsung já domina esse mercado no segmento de smartphones, enquanto as marcas chinesas ainda estão longe do sucesso. De acordo com números da IHS Markit, a fabricante sul-coreana vendeu 3,2 milhões de celulares com a conexão de quinta geração no último trimestre e agora é responsável por 74% de todos os dispositivos móveis comercializados com o novo padrão de rede.

A Samsung conseguiu dobrar o número de smartphones 5G vendidos em comparação ao segundo trimestre de 2019, quando já era líder do segmento com um market-share de 83%. Atualmente, a firma possui cinco dispositivos compatíveis com a conexão, e o mais popular é o Galaxy Note 10 Plus 5G, que vendeu 1,6 milhões de unidades.

O sucesso da empresa está ligado à sua terra natal: a Coreia do Sul já possui redes funcionais no novo padrão, o que beneficiou a largada da dona dos Galaxys. O 5G sul-coreano também impulsionou os números da LG, que tem sede no país e aparece em segundo lugar entre as empresas que mais vendem celulares com a conexão, com market-share de 10%.

Empresas da China não deslancham

Apesar de ser a segunda maior empresa com aparelhos 5G atualmente, a LG ainda está longe de alcançar a Samsung. Segundo a IHS Markit, a firma comercializou 700 mil dispositivos dessa geração, somando os números do segundo e terceiro trimestres do ano. Ainda assim, a companhia está na frente das marcas chinesas: apesar de dominarem as vendas de smartphones globalmente, empresas como Xiaomi, Huawei, Vivo e Oppo, juntas, representam somente 17% dos celulares vendidos com 5G.

De acordo com a IHS Markit, o principal motivo para certas marcas não alavancarem no setor é o preço dos smartphones 5G, que custam em média US$ 994. Neste mês, a Qualcomm apresentou o Snapdragon 765G, que permitirá a fabricação de modelos intermediários com a tecnologia, como é o caso do Redmi K30.

Com isso, a tendência é que o valor dos aparelhos com a tecnologia comece a cair e o mercado se torne mais competitivo em 2020.

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