Mundo ultrapassa a marca de 2 milhões de mortos por covid-19

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Nesta sexta-feira (15), o mundo ultrapassou a marca de 2 milhões de pessoas mortas por covid-19, de acordo com o balanço divulgado pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos. A sombria estatística foi alcançada pouco tempo depois de completar um ano dos primeiros casos registrados da doença.

A ferramenta de monitoramento da instituição mostra que os EUA são o país com a maior quantidade de mortes pelo novo coronavírus. Até o momento, foram registrados 390,8 mil óbitos por covid-19 no território americano, número que representa quase 20% do total mundial.

O Brasil aparece na segunda posição, tendo registrado mais de 207 mil falecimentos em decorrência da doença até a última atualização, seguido pela Índia com 151,9 mil mortes, o México com 137,9 mil e o Reino Unido com 87,4 mil. Itália, França, Rússia, Irã e Espanha completam a lista dos 10 países com mais mortos por covid-19.

Ferramenta de monitoramento de casos e mortes da Universidade Johns Hopkins.Ferramenta de monitoramento de casos e mortes da Universidade Johns Hopkins.Fonte:  Johns Hopkins/Reprodução 

Com relação ao número de infectados pelo Sars-CoV-2, o levantamento mostra mais de 93,6 milhões de doentes, novamente com os EUA na liderança. São 23,4 milhões de casos registrados no país conforme os dados mais recentes, o dobro da Índia, que está na segunda posição com 10,5 milhões. Brasil (8,3 milhões), Rússia (3,4 milhões) e Reino Unido (3,3 milhões) aparecem na sequência.

Números reais podem ser ainda maiores

A quantidade de mortes e o número de infectados pelo novo coronavírus divulgados pela Johns Hopkins são estimados com base nas informações publicadas por agências governamentais em todo o mundo, contando com atualização frequente.

Mesmo se tratando de dados confiáveis, especialistas em saúde pública sugerem que os totais reais podem ser ainda maiores do que as estatísticas fornecidas pela universidade americana, principalmente em relação às mortes.

Em uma análise recente no The Wall Street Journal, profissionais estimaram o número global real de mortes em torno de 2,8 milhões, neste início de janeiro.