Se você achava que a novela entre Uber e Waymo havia esfriado, um documento divulgado no início da semana relacionado ao processo revelou que a plataforma de caronas sabia que o ex-funcionário da Waymo, Anthony Levandowski, já havia baixado informações da companhia antes mesmo de ser contratado pela Uber, em meados de março de 2016.

A explicação completa diz que Anthony Levandowski, ainda funcionário da Waymo, disse a Travis Kalanick, o CEO deposto da Uber, que tinha cinco discos contendo arquivos de sua então empregadora. Kalanick disse para que o engenheiro destruísse os documentos e não levasse absolutamente nada para a Uber, o que Anthony disse que havia feito pouco depois.

Essa informação, que é uma novidade no processo judicial rolando entre as duas empresas e foi anexada pela Waymo, pode pesar bastante contra a Uber – como se a empresa já não tivesse problemas o suficiente, sendo o mais recente deles a renúncia de Travis Kalanick.

Foram 14 mil arquivos relacionados à tecnologia de direção autônoma que a Waymo, braço da Alphabet para o assunto e “irmã” da Google, acusa a Uber de ter roubado através da contratação de Anthony Levandowski, que ficaria encarregado de desenvolver o caminhão autônomo da sua nova contratante, a Otto – e que foi demitido há pouco tempo, em meio à turbulência gerada pelo processo.

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