Na briga entre o serviço de streaming de música Spotify e a cantora e compositora Taylor Swift, sobrou para o Grooveshark. No mesmo texto em que Daniel Ek, executivo-chefe do Spotify, diz ter pago US$ 2 bilhões para as gravadores e artistas, também chamou o rival de "serviço pirata".

A resposta veio através de James A. Pearson, vice-presidente de comunicações do Grooveshark, pela qual lembrou que Ek já foi executivo-chefe do µTorrent, um dos mais famosos softwares para baixar arquivos (em grande parte protegidos por direitos autorais) via torrent.

"Leis de direito autoral são complexas e muitas companhias hoje famosas, como o YouTube, Pandora e SiriusXM, já tiveram que se defender, em um ponto ou outro, como é o caso do Grooveshark", afirmou.

"Tivesse o Sr. Ek informações factuais e verdadeiras sobre nosso modelo de negócio, saberia que o Grooveshark tem, atualmente, licenças com milhares de gravadoras e detentores de direitos, assim como dezenas e milhares de artistas individualmente", complementou.

Tanto o Spotify como o Grooveshark possuem duas modalidades de serviço: gratuito e pago. No entanto, uma grande diferença entre os dois é que o último aceita upload de músicas, e é provavelmente uma das principais portas de entrada das canções não licenciadas.

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