Telegram chega a mais da metade dos celulares no Brasil

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Imagem: Telegram/Divulgação
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O Telegram, que acabou de lançar transmissões ao vivo ilimitadas e outras novidades, vem se firmando como o principal rival do WhatsApp. De acordo com a pesquisa Mensageria no Brasil, realizada pelo Mobile Time/Opinion Box e divulgada na quinta-feira (1º), o app está presente em 53% dos smartphones brasileiros.

A ascensão do mensageiro tem acontecido rapidamente. Há 1 ano, ele era encontrado em 35% dos celulares no país, enquanto a 6 meses atrás estava instalado em 45% dos dispositivos, conforme mostraram relatórios anteriores.

Segundo o levantamento mais recente, os usuários jovens e do sexo masculino das classes A e B são os principais responsáveis pelo crescimento do Telegram. O app está nos telefones de 58% dos homens (contra 50% das mulheres), mesmo índice registrado entre os brasileiros na faixa dos 16 aos 29 anos (o percentual cai para 42% no grupo com 50 anos ou mais).

O Telegram possui app para Android, iOS e desktop.O Telegram tem app para Android, iOS e desktop.Fonte:  Telegram/Divulgação 

Já em relação à classe social, 64% das pessoas nas classes A e B têm o programa em seu celular, enquanto nas classes C, D e E ele é utilizado por 51% dos entrevistados. A pesquisa revelou ainda um aumento na quantidade de usuários que se comunicam com marcas pela plataforma, passando de 47% para 55%.

WhatsApp domina

O crescimento do Telegram é notório, inclusive o app ultrapassou a marca de 1 bilhão de downloads no mundo recentemente. No entanto, o WhatsApp ainda domina o segmento, aparecendo em 99% dos smartphones no Brasil, conforme o relatório.

Conhecido pelo foco em privacidade, o Signal também começa a formar uma base maior de usuários, que cresceu depois das polêmicas envolvendo os novos termos de uso do mensageiro do Facebook. Nesse levantamento, o app focado em segurança aparece em 12% dos telefones brasileiros.

A pesquisa ouviu 2.038 brasileiros que têm smartphone, entre os dias 14 e 22 de julho, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e 95% de grau de confiança. Esse estudo pode ser conferido aqui.