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Segurança

Ex-funcionário do Facebook é acusado de baixar 30 mil imagens privadas de usuários

Caso aconteceu em 2025 no Reino Unido e suspeito está em liberdade provisória; defesa do acusado não se manifestou publicamente .

Avatar do(a) autor(a): Nilton Cesar Monastier Kleina

schedule07/04/2026, às 19:00

Um engenheiro de Londres que trabalhava na Meta foi detido pela polícia local por supostamente ter baixado 30 mil fotos privadas de usuários do Facebook. O caso foi registrado ainda em 2025 no Reino Unido e segue sob investigação.

De acordo com o jornal britânico The Guardian, o ex-funcionário teria criado um programa ou script que conseguia acessar as imagens pessoais de usuários cadastrados na plataforma sem levantar suspeitas nos mecanismos da própria Meta que atuavam para garantir a segurança ou privacidade.

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Ao menos até o momento, não há detalhes sobre o que o ex-funcionário pretendia fazer com as imagens e nem que tipo de material foi coletado. O homem de cerca de 30 anos de idade foi preso em novembro de 2025 sob a acusação de acesso não autorizado a materiais de computadores. A defesa do acusado não se manifestou publicamente.

Enquanto a investigação avança, ele foi solto em liberdade condicional após o pagamento de uma fiança. O suspeito precisa se reportar para as autoridades policiais novamente em maio deste ano e informar com antecedência eventuais planos de viagens internacionais.

O que a Meta diz sobre o caso

  • Em nota oficial enviada ao jornal, a Meta confirmou o incidente de cibersegurança. Ela ainda reforça que demitiu o funcionário assim que teve conhecimento do uso irregular dos sistemas internos e foi responsável inclusive por acionar as autoridades logo em seguida.
  • A empresa diz que melhorou a segurança contra esse tipo de acesso irregular e está colaborando com as investigações, que são conduzidas pelo departamento de crimes virtuais da polícia de Londres.

Recentemente, a companhia dona de Facebook, Instagram e WhatsApp perdeu um processo nos EUA em que era acusada de permitir a exploração de crianças em redes sociais. Ela também foi condenada junto ao YouTube em outra ação judicial que acusa as plataformas de serem viciantes de propósito e causarem danos à saúde mental de adolescentes.

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