Coreia do Norte teria hackeado Pfizer para roubar dados de vacina

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A Coreia do Norte teria tentado hackear a empresa farmacêutica norte-americana Pfizer para encontrar informações de tratamento e roubar a tecnologia da sua vacina contra a covid-19. Ainda não se sabe quais dados foram roubados ou se os hackers conseguiram invadir o sistema de fato. A informação foi confirmada pelo deputado sul-coreano Ha Tae-keung nesta terça-feira (16).

Segundo a agência de notícias local Yonhap, o Serviço Nacional de Inteligência (NIS) da Coreia do Sul informou privadamente os legisladores sobre o suposto ataque.

O país norte-coreano fechou as fronteiras em janeiro de 2020, assim que o vírus começou a se espalhar na China, e  não relatou um único caso de Coronavírus no território. Porém, o país deve receber pelo menos duas milhões de doses da vacina AstraZeneca-Oxford nas próximas semanas.

Avisos

Em novembro do ano passado, a Microsoft revelou ter detectado tentativas de invasão de sistemas de pelo menos nove empresas farmacêuticas, incluindo a Pfizer.

Segundo o relatório, um grupo russo apelidado de "Urso extravagante" e grupos norte-coreanos apelidados de "Zinco" e "Cério" estavam envolvidos no ciberataque. Pesquisadores de vacinas no Canadá, França, Índia, Coréia do Sul e Estados Unidos também foram visados.

O Centro Nacional de Segurança Cibernética (NCSC) do Reino Unido também já havia dito anteriormente que os hackers russos tinham como alvo a pesquisa de vacinas. A Rússia negou que tenha sido a responsável.

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