Nesta quarta-feira (30), a McAfee Labs Intel Security lançou o seu relatório de previsões de ameaças cibernéticas para mostrar quais devem ser as tendências de ameaça à segurança digital no próximo ano. De acordo com o documento, podem ser identificadas 14 ameaças bem claras — e você pode ver mais sobre elas mais abaixo.

Segundo a empresa, dois dos segmentos que devem ser acompanhados de perto são segurança em Computação em Nuvem e Internet das Coisas (IoT), porque esses devem ser grandes alvos de crackers e outros criminosos virtuais — lembrando que o relatório reflete estudos de 31 líderes da Intel Security, levando em conta tendências atuais no cybercrime e previsões sobre o futuro.

Vincent Weafer (Vice-Presidente do McAfee Labs na Intel Security) diz: “Para mudar as regras do jogo entre invasores e defensores, precisamos anular as principais vantagens dos nossos adversários.

E ele vai além, citando seis áreas-chave nas quais é preciso mudas as dinâmicas atuais: “assimetria de informações, tornar os ataques mais caros, aumentar a visibilidade, identificar melhor a exploração de legitimidade, reforçar a proteção de dados descentralizados, bem como detectar e proteger ambientes sem agente."

Panorama de ameaças de 2017

Os analistas do laboratório falam ainda quais são os 14 tópicos de segurança e que devem ser levados em consideração no mercado de segurança digital. Abaixo, você confere os 14 na íntegra:

  • 1. Os ataques de ransomware sofrerão uma queda no segundo semestre de 2017 em termos de volume e eficácia.
  • 2. As explorações de vulnerabilidade do Windows continuarão a diminuir; já as ameaças que têm como alvo softwares de infraestrutura e softwares de virtualização irão aumentar.
  • 3. Hardware e firmware serão alvos cada vez mais visados por invasores altamente capacitados.
  • 4. Usando softwares em execução em laptops, os hackers farão tentativas de "sequestro de drones" para diversas finalidades criminosas ou de hacktivismo.
  • 5. Os ataques móveis combinarão bloqueios de dispositivos móveis com o roubo de credenciais, permitindo que os ladrões cibernéticos acessem informações como contas bancárias e cartões de crédito.
  • 6. Os malwares da IoT criarão pontos não autorizados de acesso à casa conectada que poderão ficar anos sem ser detectados.
  • 7. O aprendizado de máquina acelerará a proliferação e aumentará a sofisticação de ataques de engenharia social.
  • 8. Anúncios falsos e "curtidas" compradas continuarão a se proliferar e comprometer a reputação.
  • 9. As guerras de publicidade se agravarão e as novas técnicas utilizadas pelos anunciantes para distribuir anúncios serão copiadas por hackers para aumentar a capacidade de distribuição de malware.
  • 10. Hacktivistas desempenharão um papel importante na exposição de questões de privacidade.
  • 11. Graças à maior colaboração entre o setor e a polícia, operações de imobilização realizadas pela polícia reduzirão o crime cibernético.
  • 12.  O compartilhamento de informações sobre ameaças resultará em grandes progressos em 2017.
  • 13. A espionagem cibernética se tornará tão comum no setor privado e no submundo do crime como já é entre estados-nação.
  • 14. Empresas do setor de segurança física e cibernética colaborarão para blindar produtos contra ameaças digitais.

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Para saber mais sobre o assunto, você pode conferir também o relatório completo publicado pela McAfee por este link.

Será que tudo isso vai ser concretizado?

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