Extremamente recomendado para fãs de tecnologia, o filme "Ela" (Her, 2013) mostra um homem apaixonado pela assistente pessoal virtual que fala em seu ouvido diariamente. Na época do lançamento, muito se comentou sobre isso ser o nosso futuro com as empreitadas de Apple, Microsoft e Amazon no setor. Só que essa situação já é realidade no presente.

Um estudo das empresas JWT e Mindshare revela que as pessoas já sentem algum tipo de relacionamento com as assistentes Siri e Alexa. Ao todo, 37% dos usuários regulares dessas tecnologias dizem que elas "amam" as assistentes ao ponto de desejarem que elas sejam uma pessoa de verdade. E um quarto do total já disse que "teve fantasias sexuais" envolvendo os programas.

Segundo os responsáveis pela pesquisa, isso seria o resultado do uso cotidiano do smartphone ou dispositivo de assistente virtual. Você começa confiando na voz por trás do app, fica feliz quando ela atende aos seus pedidos e vai desenvolvendo laços mais fortes com o tempo — assim como nas relações humanas.

Um novo amor

De uma forma menor radical, 70% dos entrevistados gostaria de sentir que está falando com um ser humano quando usa a assistente. Só que eles os participantes ainda têm preocupações com questões de privacidade, e se notarem que a Siri ou Alexa andou fuçando em dados pessoais demais, essa ligação pode ser quebrada na hora.

Você pode conferir o estudo completo (que não fala só sobre amor entre humanos e serviços) por este link. Ele está totalmente em inglês.

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