Samsung vai investir US$ 115 bilhões no desenvolvimento de chips até 2030

1 min de leitura
Imagem de: Samsung vai investir US$ 115 bilhões no desenvolvimento de chips até 2030
Avatar do autor

A Samsung, uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, vem enfrentando perdas em dois segmentos em que ela é líder: smartphones e chips de memória. No caso dos celulares, a expansão das marcas chinesas, que exportam aparelhos para todo o mundo, tem ameaçado o reinado da Sammy, principalmente a Huawei. No caso das memórias, o próprio mercado se encontra em declínio no momento.

Olhando para o futuro, a companhia resolveu investir US$ 115 bilhões no desenvolvimento de semicondutores na próxima década e tentará desbancar gigantes como a Intel e a Qualcomm até 2030, tornando-se líder do setor.

Estratégia

Enquanto dispositivos como smartphones, tablets e vestíveis continuarem vendendo, se não forem produzidos pela própria Samsung, ao menos eles poderão utilizar um processador Exynos ao invés de um Snapdragon. É provável que a empresa também queira criar chips para notebooks, equipamentos híbridos (que funcionam como tablet e notebook) e PCs tudo-em-um.

Na Coreia do Sul, onde a Samsung responde por quase 20% do PIB do país e emprega aproximadamente 100 mil pessoas, ela vai investir US$ 52 bilhões em infraestrutura e produção local. O resto da receita será gasto em pesquisa e desenvolvimento a fim de superar a atual líder do setor, a TSMS. 

Seguindo a tendência

Investir em outros setores tem se tornado uma tendência cada vez mais comum para empresas em todos os campos de atuação. Parece que a filosofia da flexibilidade, tão propagada entre os funcionários chegou ao nível do produto: alguns dos casos de maior destaque, atualmente, tem sido o banco JPMorgan, ao anunciar sua própria criptomoeda, e a Intel, que vai partir com tudo para o mercado de chips gráficos dedicados em 2020, a fim de competir com a NVIDIA e AMD.

Comentários

Conteúdo disponível somente online
Samsung vai investir US$ 115 bilhões no desenvolvimento de chips até 2030