A mais nova vítima do aumento generalizado de preços em eletrônicos foi o Kindle — e a comunidade de usuários não está nada feliz com isso. Nas redes sociais, leitores reclamaram do acréscimo significativo.
Um dos aumentos mais expressivos aconteceu com o Kindle 16 GB de 11ª geração: o modelo foi de R$ 599 para R$ 899, um acréscimo de 50,08%. Os modelos mais caros, como o Kindle Paperwhite 16 GB de 12ª geração e o Paperwhite Signature Edition de 12ª geração, também tiveram acréscimos expressivos, em média de 35%.
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As críticas acerca do aumento são várias. Os usuários relembram que o Kindle era um dispositivo acessível para leitura de ebooks, mas que encareceu a um ponto difícil de justificar.
Abaixo, confira alguns dos comentários no X:
As reclamações também apareceram em um vídeo publicado no Instagram do TecMundo:
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Por que o Kindle ficou mais caro?
Segundo a Amazon, o encarecimento do Kindle é consequência da crise de componentes para eletrônicos. "A indústria de eletrônicos de consumo enfrenta aumentos significativos nos custos de componentes de memória e armazenamento. Após absorver esses aumentos pelo maior tempo possível, ajustamos recentemente os preços em nossas linhas de produtos. Nossa abordagem sempre foi oferecer ótimos produtos a preços acessíveis, e esse compromisso não mudou", declarou a empresa.
Eletrônicos de consumo de diferentes categorias são afetados pela crise. A perspectiva acerca da duração varia, mas líderes da indústria apontam que o estoque de memórias já se esgotou até 2027 e que o desequilíbrio entre oferta e demanda perduraria até 2028.
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