Bill Gates: como está o bilionário da Microsoft atualmente?

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Imagem: Fonte: Reprodução/National Geographic
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O cofundador e ex-CEO da Microsoft, Bill Gates, deixou o cargo de membro do conselho da empresa em 2020. O bilionário encontrava-se no cargo desde 2014 e, anteriormente, também foi presidente do conselho da Microsoft. Gates renunciou em março de 2020, após o início de uma investigação sobre um caso extraconjugal com uma engenheira de software da companhia.

Embora um de seus representantes tenha afirmado ao Wall Street Journal que o relacionamento não foi o motivo para seu afastamento da empresa, Gates anunciou no início de maio do mesmo ano que ele e Melinda — com quem era casado há 27 anos — estavam se divorciando.

O que Bill Gates tem feito

Bill Gates saiu do cargo de CEO da Microsoft em 2000, 25 anos após fundar a empresa com Paul Allen. Depois do escândalo envolvendo a funcionária, ele afirmou que desejava dedicar mais tempo às suas atividades filantrópicas, e é o que tem feito. Mesmo após o divórcio, ele e sua ex-esposa têm trabalhado juntos na Fundação Bill e Melinda Gates.

Uma de suas iniciativas que se insere no campo da filantropia e solidariedade é o financiamento de um vaso sanitário que não utiliza água nem esgoto e ainda é capaz de transformar dejetos em fertilizante. O projeto foi exibido em 2018, em um evento na China.

O bilionário tem se concentrado em ações filantrópicasO bilionário tem se concentrado em ações filantrópicasFonte:  Reprodução/Bill Gates/Instagram 

Mais recentemente, em 2021, o executivo, que se encontra entre as dez pessoas mais ricas do mundo, anunciou a construção de um reator nuclear de US$ 1 bilhão em parceria com Warren Buffet, dono da companhia de energia PacifiCorp.

Por fim, em janeiro de 2022, Gates anunciou que a Fundação Bill e Melinda, junto de outras instituições, fez uma doação para a Coalização de Inovação e Preparação de Epidemias (CEPI). O bilionário afirmou estar preocupado com futuras pandemias e buscou investir no projeto da CEPI, que deseja levantar U$ 3,5 bilhões para conseguir desenvolver novas vacinas em até 100 dias.

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