Alemanha não acha provas de censura em celulares da Xiaomi

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A fabricante chinesa Xiaomi foi inocentada das acusações de que mantém mecanismos de censura em seus smartphones para limitar a comunicação entre os usuários, além de detectar e censurar termos politicamente contrários ao governo chinês.

A BSI, autoridade de cibersegurança da Alemanha, divulgou nesta quinta-feira (13) o resultado de uma investigação realizada de forma independente sobre o caso. Segundo o órgão, não foram encontradas evidências de censura ou anomalias no funcionamento dos dispositivos que exijam a tomada de novas medidas.

Relembre a briga

A polêmica começou em setembro de 2021, quando representantes do governo da Lituânia pediram para a população "jogar fora" os aparelhos da marca, alegando que a fabricante censura o envio ou a publicação de textos contendo termos a respeito da libertação do Tibete ou da legitimidade de Taiwan.

O relatório original afirma que a suposta filtragem foi desativada por padrão nos telefones vendidos em regiões fora da China, mas teria sido identificada pelos lituanos.

No final do mês, a Xiaomi pediu ajuda de uma companhia terceirizada para fazer uma avaliação do caso. Desde o início da disputa, a empresa nega todas as acusações.

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