Após briga com governo, Alibaba tem menor crescimento em anos

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A gigante chinesa do comércio eletrônico Alibaba, dona do AliExpress e outros empreendimentos, divulgou nessa quinta-feira (18) os resultados financeiros relativos ao último trimestre da empresa, que terminou em 30 de setembro de 2021.

O Alibaba apresentou uma receita gerada de US$ 31,14 milhões, valor 29% maior que no mesmo período do ano passado. Os setores de vendas e computação em nuvem são os principais responsáveis pela renda — sem contar o braço financeiro Ant Group, que registrou um lucro 39% maior do que em 2020.

Entretanto, todos esses resultados não são considerados tão bons assim: essa é a menor porcentagem de crescimento da empresa nos últimos seis trimestres. O relatório não leva em conta as vendas de 11 de novembro, a tradicional data chinesa de vendas, mas mesmo esse dia parece ter desacelerado em relação a edições anteriores.

Problemas com o governo

No geral, os números registrados pela companhia continuam altos e longe do vermelho, mas a taxa de aceleração caiu consideravelmente e as expectativas do mercado para o atual ano fiscal, que se encerra em março de 2022, não devem ser batidas.

Os ganhos esperados por ações também caíram — e, só neste ano, o valor das ações da companhia já caiu em 38%.

Além da desaceleração mundial do e-commerce com a redução das medidas restritivas da pandemia, o Alibaba passa por obstáculos ainda maiores: a companhia sofreu várias sanções do governo chinês e é investigada por supostas práticas anticompetitivas de mercado.

O fundador do Alibaba chegou a ficar meses sem aparições públicas enquanto a marca resolvia essas pendências.

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