Airbnb dobra o número de lares temporários para refugiados afegãos

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O Airbnb anunciou que fornecerá moradia temporária gratuita para mais 20 mil refugiados afegãos. Com a nova decisão, a plataforma comunitária de acomodações e hospedagem eleva o número total de estadias para 40 mil pessoas.

Em agosto, a companhia assumiu o compromisso de acomodar 20 mil refugiados do país que está sob o domínio do grupo extremista Talibã. Nesta quinta-feira (23), a plataforma informou que tem capacidade de ir além da proposta inicial.

"Se a demanda por moradias estiver alinhada com as ofertas nas comunidades para onde os refugiados estão imigrando, esses novos recursos podem ajudar a fornecer moradia para mais 20 mil pessoas", cita o comunicado do Airbnb.

Algumas acomodações estão sendo financiadas pelo próprio CEO do Airbnb.Algumas acomodações estão sendo financiadas pelo próprio CEO do Airbnb.Fonte:  Airbnb/Divulgação 

As 40 mil estadias gratuitas estão sendo financiadas pelo próprio CEO Brian Chesky e por contribuições vindas do projeto sem fins lucrativos Airbnb.org. Além disso, doadores do Fundo para Refugiados da empresa estão colaborando com a causa.

A plataforma também revelou que 5 mil anfitriões se ofereceram para contribuir com estadias gratuitas e com descontos para os refugiados afegãos. A expectativa é que mais pessoas continuem apoiando o projeto.

Avaliado em US$ 107 bilhões, o Airbnb não divulgou dados sobre o valor que será investido para fornecer as acomodações gratuitas. Tal como, não há informações sobre quanto tempo as famílias poderão ficar hospedadas nas casas.

O Airbnb tem o costume de cobrir os custos de hospedagem em casos de emergência.O Airbnb tem o costume de cobrir os custos de hospedagem em casos de emergência.Fonte:  Airbnb/Divulgação 

Empresas contribuindo com os refugiados

Desde que o Talibã reassumiu o poder do Afeganistão em agosto, diversas empresas estão oferecendo ajuda aos refugiados. A Verizon e o Walmart estão entre as companhias que contribuíram para que mais de 100 mil pessoas deixassem o país.

Segundo a CNBC, a Amazon também anunciou a abertura de vagas de empregos destinada aos refugiados em armazéns e centros de distribuições. Além disso, haverá oportunidades para os setores administrativo e tecnológico.

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