Mercado Livre anuncia novos centros de distribuição no Brasil

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O Mercado Livre anunciou nesta quarta-feira (11) a ampliação de sua infraestrutura logística com dois novos centros de distribuição no país. Um deles ficará em Franco da Rocha (São Paulo), que será inaugurado ainda em 2021, e o segundo em Belo Horizonte (Minas Gerais), com inauguração prevista para 2022.

Ambos os centros de distribuição serão do tipo fulfillment — centros que armazenam inventário dos vendedores e possibilitam que os itens sejam separados, embalados e despachados após a compra. Atualmente, 30% das entregas do Mercado Livre são do modelo “full”, contando com nove CD's nesse formato.

Centro de Distribuição em Minas Gerais.Centro de Distribuição em Minas Gerais.Fonte:  Mercado Livre/Divulgação 

A plataforma de vendas online também anunciou um novo centro em Guarulhos (São Paulo) de crossdocking — por onde passam os produtos vindo dos CD's fulfillment ou diretamente dos vendedores —, totalizando 18 neste modelo até o final do ano. A empresa ainda divulgou mais 26 centros de última milha (de onde saem as vans até o destinatário), totalizando 100.

Ao longo de 2021, o Mercado Livre investirá R$ 10 bilhões no Brasil, visto que a operação brasileira representa 55,9% da receita líquida da empresa, que no terceiro trimestre de 2021 fechou em um lucro líquido de US$ 68,2 milhões. Dessa forma, a expansão acompanhará oportunidades de emprego.

O e-commerce deverá contratar 6 mil profissionais, sendo 3,2 mil deles para o Mercado Envios, um dos braços do Mercado Livre na área de entregas. A empresa estima ter 16 mil profissionais diretos até o fim de 2021, com 9 mil somente na área de logística em 118 locais do Brasil. Além das 2,5 mil vagas para empregos indiretos, até dezembro deste ano.

Privatização do Correios

Segundo Leandro Bassoi, vice-presidente de logística do Mercado Livre para a América Latina, o Mercado Livre não tem interesse em participar da privatização dos Correios — que teve texto-base aprovado pela Câmara dos Deputados e seguiu para a votação no Senado.

Ele diz que não faz sentido participar da privatização, visto que eles não têm interesse em capturar eventuais sinergias, enquanto as construções realizadas pelo Mercado Livre "dentro de casa" foram muito mais eficientes.

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