Xiaomi segue na Justiça para perder selo de 'comunista’ nos EUA

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A Xiaomi agradeceu e acolheu a decisão do juiz distrital Rudolph Contreras que retirou embargos comerciais à empresa nos Estados Unidos. A sentença foi anunciada na última sexta-feira (12). Contudo, em nota divulgada ontem (14) a chinesa disse que ainda continuará brigando na Justiça sobre o assunto.

Em uma publicação em sua página oficial do Facebook, a fabricante de smartphones disse que a decisão do Departamento de Defesa, durante o governo Donald Trump, de a classificar como uma “Companhia Militar Comunista Chinesa (CCMC, em inglês)” foi “arbitrária”.

A gigante salientou que o juiz concordou com a alegação de sua defesa e que por isso as proibições de negócios e movimentações no mercado financeiro foram desfeitas. “A companhia vai continuar pedindo para que a corte remova permanentemente a designação”, completou, já que ela segue listada como CCMC.

No texto, a Xiaomi ainda defendeu que é uma marca “operada e administrada de forma pública e independente” e que oferece “produtos eletrônicos de consumo exclusivamente para uso civil”.

Processo

A decisão do ex-presidente Donald Trump em incluir a Xiaomi na “lista negra” nos EUA se deu em seus últimos dias de governo. A alegação que ele sustentou é que a fabricante tinha negócios com o governo da China e que ela estaria envolvida, inclusive, com casos de espionagem.

A decisão fez com que cidadãos americanos fossem proibidos de investir na marca e bloqueou acordos comerciais. O mesmo já havia sido feito com a Huawei, por exemplo.

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