Novo CEO quer Intel de volta ao topo na fabricação de chips

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Em declaração dada nessa quinta-feira (21), o futuro CEO da Intel Pat Gelsinger afirmou que a companhia vai recuperar seu lugar de destaque, retomando a liderança do mercado de produção de chips, ocupado atualmente pela Taiwan Semiconductor Manufacturing Co (TSMC).

Para reconquistar a “liderança inquestionável em tecnologia de processo”, o novo comandante da companhia aposta em melhorias nos processos de fabricação da próxima geração de processadores da Intel e em outros aperfeiçoamentos no desenvolvimento dos produtos da marca.

“Fiquei muito satisfeito em ver algumas das inovações de longo prazo surgindo (do desenvolvimento de tecnologia), à medida que trabalhamos para fechar todas as lacunas com fundições externas e também para dar um salto à frente”, comentou o executivo.

Pat Gelsinger já tem história na Intel, onde trabalhou durante 30 anos.Pat Gelsinger já tem história na Intel, onde trabalhou durante 30 anos.Fonte:  Wikimedia Commons 

Atual chefe da VMware, Gelsinger assumirá o cargo no dia 15 de fevereiro, substituindo o diretor executivo Bob Swan, que estava na função desde 2019. Ele é um velho conhecido da empresa, pois trabalhou nela durante 30 anos (de 1979 a 2009), tendo sido o arquiteto do processador Intel 80486 e atuado como diretor de tecnologia.

Rival pode se tornar parceira

Curiosamente, a TSMC pode se tornar uma parceira da Intel em breve, além de disputar com ela a liderança do mercado de semicondutores. Em uma mudança marcante na sua cultura de negócios, a companhia norte-americana deve terceirizar parte da produção, começando pelos chips de baixa gama para PCs, ainda em 2021.

E a empresa taiwanesa é uma das mais cotadas para atender a esta nova demanda, juntamente com a Samsung. Com investimento de US$ 28 bilhões confirmado para expandir a sua fábrica, a TSMC já fabrica chips para a Apple, Qualcomm, NVIDIA e AMD.

Apesar disso, Gelsinger espera que a Intel mantenha a maior parte da sua produção internamente para voltar ao topo, principalmente com a chegada dos processadores de 7 nanômetros, cujo lançamento foi adiado para 2023.

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