Mesmo depois dos diversos conflitos políticos com os EUA e de ter seus aparelhos retirados das principais lojas daquele país, a Huawei tem planos ambiciosos para melhorar sua posição no mercado de smartphones mundial. Atualmente ela é a terceira maior fabricante de aparelhos do mundo, atrás da Samsung e da Apple.

Recentemente, o CEO da marca, Richard Yu, publicou em seu perfil do Weibo - uma espécie de twitter da China - que a Huawei ultrapassou a marca de 100 milhões de aparelhos enviados ao mercado. Porém ele já havia afirmado que, até o final deste ano, o número alcance 200 milhões de unidades.

Se tudo seguir como o planejado, a empresa se aproximará da média de aparelhos da vice liderança no segmento já que, em 2017, a maçã embarcou 215 milhões de aparelhos em todos os seus mercados.

O próprio Yu divulgou que as vendas de celulares da Huawei aumentaram 51 vezes nos últimos sete anos e tem superado o desaceleramento do mercado de smartphones global.

A marca tem apostado na experiência do usuário, acreditando que só assim será possível alcançar fatias maiores de mercado. Produzir aparelhos não é o suficiente para conquistar e reter a preferência das pessoas. É preciso provocar engajamento não somente com o dispositivo e sistema, mas com a marca.

Já noticiamos aqui no Tecmundo sobre o declínio das vendas de smartphones no mercado global. A Samsung lidera o ranking de vendas desse segmento, mas também teve seus números reduzidos.

Além de tudo isso, a Huawei enfrenta outros desafios frente às duas duas concorrentes: o preconceito contra os produtos de marcas chinesas e as barreiras políticas em terras norte-americanas. Aos poucos, com ousadia e irreverência, esse cenário pode mudar e nós torcemos para isso.