Mesmo que você assine o plano de internet mais rápido da sua operadora, não adianta: em algum momento, você vai reclamar da sua conexão, desejar que ela fosse mais eficiente em downloads ou que as páginas carregassem mais rápido no navegador.

São várias as possibilidades: o seu código de DNS pode não ser o melhor para a conexão, o sinal WiFi não está chegando no dispositivo por algum motivo ou outro, ou até a empresa contratada pode estar passando a perna em você.

As dicas contidas no vídeo acima podem não ser a solução para os seus problemas, mas talvez sejam uma luz no fim do túnel para quem está há um bom tempo com a rede perdendo para uma tartaruga na corrida. 

1. Mudar o DNS

O “Domain Name System” (DNS) é um número que faz a comunicação entre a sua máquina e quem hospeda a página visitada — e trocar o atual por outro pode acelerar o carregamento de páginas e os downloads, já que aprimora essa ligação.

Para isso, vá até a Central de rede e compartilhamento (as opções de rede do Windows), acesse as propriedades da conexão e clique em "Protocolo TCP/IP versão 4". O novo DNS pode ser um padrão que opera quase sempre na normalidade, como o do Google: 8.8.8.8 (primário) e 8.8.4.4 (secundário). Ele também pode ser o que melhor cabe à sua região ou conexão (e, para saber isso, consulte a sua operadora). Se preferir, o programa DNS Benchmark automatiza essa etapa.

2. Use programas especializados

Caso não tenha o conhecimento necessário (ou esteja com preguiça), você pode confiar em programas para fazer o trabalho de otimização por você. Eles alteram o navegador automaticamente ou fazer pequenas mudanças na conexão de acordo com a velocidade desejada. Para isso, sugerimos o Ashampoo Internet Accelerator, o SG TCP Optimizer e o Simple Net Speed.

3. Melhore o sinal sem fio

Em conexões WiFi, pequenas dicas podem fazer grandes diferenças — sim, até mesmo aquelas gambiarras mais malucas. Antes de tudo, procure posicionar o seu roteador com a antena em um cômodo aberto, não atrás de um móvel ou em um lugar baixo demais. Lembre-se de que paredes também afetam o sinal. Alterações caseiras podem ser usadas pra aumentar o sinal em uma direção específica, utilizando uma forma de bolo ou até latas de Pringles.

Já fizemos um vídeo com dicas gerais sobre o tema e até um experimento no Área 42.

4. Eliminando "gatos"

O seu WiFi pode estar sendo roubado para outra pessoa navegar pela internet (sim, vizinho, estamos falando com você!). Ou pode não ser tão grave: talvez você tenha dispositivos demais conectados ao roteador. Para descobrir se o problema é uma dessas alternativas, acesse a página de configuração do roteador e veja a lista de aparelhos conectados com a rede. Para entrar nesse local, use o atalho "Tecla do windows + R", escreva "cmd" e selecione "OK".

Digite "ipconfig", tecle "Enter" e copie o número "Gateway padrão". Cole ele na barra de endereços do seu navegador e entre com o login e a senha do roteador. Aí é só achar a seção que indica os nomes dos aparelhos. O nome varia de acordo com o modelo, mas pode ser algo como "Dispositivos conectados".

5. Faxina em quem não economiza

Alguns programas podem consumir mais internet do que deveriam. Players de música que rodam em segundo plano, mensageiros que fazem chamadas em áudio ou vídeo e widgets que atualizam em tempo real gastam uma conexão que você poderia usar para navegar. Seja para substituir o programa atual por um concorrente mais econômico em conexão ou apagá-lo de vez da sua máquina, fazer uma faxina de vez em quando é uma boa ideia.

6. Ligar para a operadora

Sim, o último passo é tão simples quanto parece. Pode parecer óbvio, mas é bom ligar para sua operadora e saber em detalhes o seu plano e a velocidade da internet. Antes disso, faça um teste de velocidade para comprovar a informação e, se os números não baterem, reclame sem dó com a empresa ou até ameace trocar de plano. Em última instância, mude definitivamente.

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