Dos gigantes à sua mochila: como começou o futuro da computação?

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Tem quem diga que um computador que tenha acesso à internet é o bastante. Será mesmo? Muita gente ainda acredita ser exagero a quantidade de funções oferecidas por equipamentos modernos, como computadores e laptops avançados, que a cada ano trazem mais poder de processamento e permitem a realização de tarefas complexas mais rapidamente. Por isso, que tal contar uma breve história para aqueles que afirmam que atualizar dispositivos é algo desnecessário?

Primeiramente, diga que você precisa fazer cálculos complexos para uma prova de Física e que para isso precisará de uma sala de, pelo menos, 167 metros quadrados e 2,4 metros de altura na qual caibam 40 unidades de painéis, 17.468 tubos de vácuo e 1.500 interruptores que pesam cerca de 30 toneladas. Saliente que precisará de ajuda para pagar a conta de luz, afinal a máquina consome 150 kilowatts para funcionar. Esse equipamento é indispensável para você passar de ano.

Se a pessoa rir da sua cara, diga que o ENIAC, considerado o pai dos computadores modernos, era exatamente assim, e que, finalizado em 1945, custou cerca de 9,6 milhões de dólares em valores atualizados. Um "pouco" mais caro que qualquer laptop, "levemente" menos prático de utilizar e tão ágil quanto calculadoras simples. E ele não cabia em uma mochila.

ENIACA praticidade do ENIAC, pai dos computadores modernos. (Fonte: Dinvo/Reprodução)

Como chegamos até aqui?

A miniaturização de componentes foi um dos elementos-chave para que tivéssemos à nossa disposição tantas facilidades e, é claro, possibilidades, sendo que tal evolução não teria sido possível sem a criação do primeiro processador do mundo, o Intel 4004, inventado em 1971, que permitiu a centralização de todos os elementos necessários para criar um computador em um único chip, com exceção dos dispositivos de entrada e de saída. Sua capacidade era de 4 bits com um clock de no máximo 740kHz, nada próximo dos 5,3 GHz do Intel® Core™ i9-10900K.

Esse foi apenas um dos componentes otimizados. Outro exemplo é a memória RAM dedicada, cuja forma "moderna" foi iniciada no Altair, em 1975, baseado na CPU Intel 8080, que já cabia em uma mesa. Ele trazia dois chips de 128 bytes cada, sendo que a DDR4 atual chega a apresentar 16 GB em um único componente.

futuroQuem diria que o futuro seria tão simples e poderoso? (Fonte: Gizmodo/Reprodução)

Com esta breve exposição, não é de se surpreender que grandes companhias dedicadas ao desenvolvimento constante de novas soluções mostraram que essa história de "só ligar e acessar a internet" é coisa do passado. 

O passado, claro, foi fundamental para que chegássemos aqui, ao futuro, e empresas como a Intel têm orgulho de terem feito sua parte – mas está na hora de aproveitar as vantagens do presente, e ele, certamente, pode ser carregado para onde você precisar.

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